Mato Grosso
Governador Mauro Mendes e primeira-dama Virgínia Mendes entregam cartões do Programa Estadual Ser Família Emergencial
Mato Grosso
Solenidade teve lugar hoje no bairro Doutor Fábio Leite. Programa do Governo de MT vai atender 100 mil famílias no Estado, em situação de vulnerabilidade social
Nesta quinta-feira, o governador Mauro Mendes, acompanhado de comitiva de parlamentares em âmbito estadual, federal e municipal, esteve no bairro Doutor Fábio Lemes, em Cuiabá, para entregar os cartões do programa estadual Ser Família Emergencial.
No seu pronunciamento, quando agradeceu a presença das demais autoridades, em nome do presidente da Assembleia Legislativa de MT, Max Russi, Mauro Mendes lembrou que já esteve no Doutor Fábio algumas vezes, quando prefeito de Cuiabá.
O programa Ser Família Emergencial é mais uma das ações sociais desencadeadas pelo governo estadual nesse sentido, destacou o governador. “Trabalho que a primeira-dama [Virgínia Mendes] tem se empenhado voluntariamente, apoiada por diversas instituições públicas e privadas”, destacou.
Mendes ainda observou que, sem o apoio tão importante das Polícias Civil, Militar, do Corpo de Bombeiros e distintos setores da sociedade, esse programa assistencial não poderia ser consolidado conforme o governo prospectou.
No geral, o governador Mauro Mendes externou estar realizado intimamente por poder constatar que o Governo Estadual tem condições de ajudar MT. “De parabéns a todos os parceiros que têm importância fundamental para que possamos levar esse projeto social e muitos outros adiante, com tanta segurança e sucesso”.
Primeiras pessoas a receber o Ser Família Emergencial
Na sequência, foi oficializada a entrega do cartão Ser Família Emergencial. A primeira a receber foi Adriana Vanessa da Silva. A segunda beneficiária do programa foi Silvana Coelho Barbosa. *O crédito do cartão estará disponível para compras a partir do próximo dia 8 de maio para todos.
Mato Grosso
Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri
Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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