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Botelho viabiliza emenda à construção de fábrica de ração para fomentar agricultura familiar

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Iniciativa vai melhorar a renda de inúmeros trabalhadores rurais

Vereadores de Sorriso, cidade da região Norte, visitaram o primeiro-secretário da Mesa Diretoria da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM), nesta terça-feira (27), em seu gabinete na ALMT. Na pauta, informações sobre o andamento da construção de uma fábrica de ração no município, para atender as famílias da agricultura familiar.

Botelho recebeu os vereadores Rodrigo Machado (PSDB), Wanderley Paulo (PP) e Jane Delalibera (PR), que agradeceram o empenho do deputado por contribuir com o setor, responsável pela produção de alimentos, e convidaram o deputado a conhecer o trabalho desenvolvido pelos pequenos produtores em Sorriso.

“Estamos felizes porque tivemos a confirmação do deputado Botelho sobre a destinação de uma emenda no valor de R$ 500 mil, para a construção de uma indústria de ração e, em parceria com o Instituto Federal de Mato Grosso visa fazer estudos para toda a cadeia produtiva da nossa agricultura familiar”, disse o vereador Wanderley Paulo.

“Agradecemos o deputado pelo projeto em andamento e que logo será realidade. Esperamos a visita lá na nossa agricultura familiar, para que conheça nossos produtores de alimentos”, disse Jane.

Presidente da Comissão de Agropecuária, Desenvolvimento Florestal e Agrário e Regularização Fundiária, Botelho reafirmou o compromisso em buscar ações que fomentem o setor, melhorando as condições de trabalho e renda desses trabalhadores.

“A defesa dos pequenos produtores, da regularização fundiária, de um fomento maior para os pequenos, essa é a nossa luta diária. Em nome da comissão vamos continuar a luta aqui na Assembleia, especialmente, porque tenho a origem na roça e essa obrigação de ajudar a fomentar a agricultura familiar. Essa iniciativa é muito importante para criar meios de produção. É isso que queremos e podem contar com o nosso empenho”, afirmou Botelho.

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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