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Agentes da Semob dão suporte em locais de vacinação

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Da Redação

Agentes da Secretaria de Mobilidade Urbana – Semob – desde o início da vacinação em Cuiabá, em 20 de janeiro,  estão dando suporte no trânsito e orientando os motoristas que procuram um dos cinco  pontos de vacinação instalados pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS), em Cuiabá.  São eles: estacionamento do Sesi Papa; Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Centro de Eventos do Pantanal,  Sesc Balneário e estacionamento da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL-MT).

A Semob também já monta estratégia para controlar o trânsito no entorno da Assembleia Legislativa Legislativa de Mato Grosso (AL-MT). A região tem um grande fluxo de veículos no período das 7h às 8h da manhã e das 17h às 18h30 – que são os horários em que os servidores do Centro Político Administrativo (CPA) – se deslocam para irem trabalhar  ou retornarem para casa.  
Para o prefeito Emanuel Pinheiro, todos os dias é um aprendizado aos envolvidos no combate à pandemia e o trabalho conjunto é fundamental.  Ele lembrou que, Cuiabá já chega a vacinar 5 mil pessoas por dia.  “Temos recebido diversas manifestações de interesse de instituições e da sociedade civil organizada em contribuir para a campanha de imunização contra a covid-19. Todos estão com esse desejo de pôr um fim a esta pandemia, que já causou tantos estragos, deixou tantas marcas dolorosas em muitas famílias, e o momento é de união. Quanto mais engajados nessa missão de levar a vacina à população cuiabana, mais cedo sairemos da situação pandêmica. Estamos imunizando a população com rapidez e responsabilidade”, afirmou. 
O secretário de Mobilidade Urbana, Antenor Figueiredo, lembra que a população deve ficar atenta ao agendamento que contém o dia e hora certa para a vacinação. “Tivemos uma experiência no primeiro drive-thru, no Centro de Eventos,  lá ocorreu uma vez, no primeiro dia, uma fila de veículos que chegou até a avenida Miguel Sutil, e foi preciso um controle do fluxo de veículos na região. E desde então, montamos um plano para orientar os motoristas para que não ocorra travamento de vias. Estamos acertando”, concluiu. 

 

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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