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Investimentos da Eletrobrás devem cair para R$ 5 bilhões em 2017

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Segundo o presidente da empresa, é normal para uma empresa que está passando por uma reestruturação reduzir os investimentos

Da Redação

 

O presidente da Eletrobrás, Wilson Ferreira Júnior, informou hoje, um dia após a divulgação dos resultados da empresa no terceiro trimestre, que em 2017 o investimento da empresa deverá cair para cerca de R$ 5 bilhões, contra os R$ 8,5 bilhões feitos em 2016.

Segundo Ferreira, é normal para uma empresa que está passando por uma reestruturação reduzir os investimentos, o que fez assim que chegou à companhia, há uma ano e dois meses.

Dentre as medidas que o executivo está tomando para entregar uma empresa mais enxuta ao mercado, Ferreira destacou que, pela primeira vez, a Eletrobrás vai ter um sistema de gestão integrado nas áreas administrativa, financeira e de recursos humanos.

“Até junho de 2018, toda a Eletrobras terá o mesmo sistema de gestão”, disse a jornalistas durante coletiva para falar do balanço da companhia no terceiro trimestre, período em que a estatal obteve lucro de R$ 550 milhões, 37% a menos do que no mesmo período de 2016.

Acionistas. A Eletrobras vai pagar dividendos, referentes ao exercício de 2017, para os acionistas preferenciais (PNB) e, em assembleia em abril de 2018, deliberar para o pagamento de dividendos aos acionistas ordinários (ON), disse Wilson Ferreira Júnior.

Segundo ele, a companhia chegará ao final o ano com lucro, depois de ter registrado, no acumulado dos nove primeiros meses de 2017, ganho líquido de R$ 2,272 bilhões, contra lucro de R$ 9,771 bilhões do ano anterior.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: O Estado de S.Paulo

Foto: Fábio Motta/Estadão

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Acordo entre Mercosul e Singapura garante tarifa zero para exportações

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Entra em vigor a partir do próximo sábado (1º) o Acordo Mercosul-Singapura, que deverá reduzir ou eliminar gradualmente as tarifas entre o país asiático e o bloco sul americano.

A parceria garante tarifa zero para 100% das exportações brasileiras destinadas ao país asiático. O texto também trará a definição de critérios comuns para as operações comerciais.

Além da redução de tarifas, o acordo amplia o acesso ao mercado de serviços, incentiva investimentos e inclui um capítulo específico sobre comércio eletrônico, o primeiro negociado pelo Mercosul com um parceiro extrarregional.

O acordo com Singapura já está valendo no Uruguai desde março e no Paraguai desde fevereiro.

Em 2025, a corrente de comércio entre Brasil e Singapura atingiu US$ 10,7 bilhões. As exportações brasileiras somaram US$ 7,4 bilhões, com superávit comercial de US$ 4,1 bilhões. Entre os principais produtos vendidos estão óleos combustíveis, máquinas e carnes bovina, suína e de aves.

O governo brasileiro disponibilizou manuais para serviços de orientação para exportadores, importadores e operadores de comércio exterior. As informações estão disponíveis no Portal Siscomex.

As informações disponibilizadas trazem informações sobre as regras para aplicação das preferências tarifárias, os critérios de origem das mercadorias e os procedimentos necessários para realizar operações de comércio exterior no âmbito do acordo.

O acordo foi assinado em 2022 e a expectativa do governo brasileiro à época era de incrementar o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos) em R$ 28,1 bilhões até 2041.

Negociado desde 2018, o acordo com Singapura deverá aumentar em US$ 500 milhões por ano as exportações do Mercosul para o país asiático.

 



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