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Vereador Bruno Rios é escolhido em VG para receber ‘Troféu Abacaxi”

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Por meio de telespectadores do “Programa da Gente”, vereador Bruno Rios foi apontado como pior parlamentar de VG

 “Troféu Abacaxi” é uma homenagem que nenhum político quer receber, pois simboliza desempenho pífio na área Legislativa. Ou, em alguns casos, algo que fez em detrimento dos reais interesses do município e dos seus habitantes, angariando revolta geral e consequente cassação do mandato em exercício.

 O vereador várzea-grandense Bruno Rios se insere nesse último quesito, pois ironizou publicamente a história de lutas sociais que Arnaldo do Mapin consolidou durante décadas em VG e na Baixada Cuiabana, com dedicação extremada à causa do povo.

Sem meios termos, Bruno Rios escancarou deboche ácido a respeito da atuação comunitária de Arnaldo do Mapin [falecido recentemente]. Desdenhou não ter nenhum motivo para homenageá-lo simplesmente por não conhecê-lo. Disse, na mesma sequência irônica, que isso até poderia acontecer se ele [Arnaldo] fosse pessoa do seu conhecimento. Ou seja: as homenagens do dito vereador só se aplicam aos “amigos do rei” [no caso, ele].

Ouvidos sobre o que acham dessa postura de claro comprometimento a quem merece aplausos, os telespectadores do “Programa da Gente” apontaram Bruno Rios como ideal para receber o “Troféu Abacaxi”.

“Estranho no Ninho”

Não conhecer a trajetória de Arnaldo do Mapin, com respeitável legado de trabalho social, equivale a não ter qualquer intimidade não apenas com VG, mas também com seus moradores. É o entendimento geral dos munícipes, inclusive de colegas de Legislativo de Bruno Rios. Isso porque, seja dia ou noite, enfatizam, Arnaldo sempre esteve de plantão para atender seus conterrâneos, tornando-se referência de socorro resolutivo a demandas diversas.

Assim, a assumida postura de escárnio zombeteiro, por parte de Bruno Rios, desencadeou revolta geral na população de Várzea Grande, especialmente na região do Grande Mapin. Lugar onde Arnaldo conquistou milhares de amigos e francos admiradores. Bairro em que reside expressiva parcela de testemunhas presenciais de sua tenacidade em sempre fazer o bem.

Os moradores do Mapin se constituem também numa das parcelas da sociedade local que aplaude o “Troféu Abacaxi” concedido a Bruno Rios, título entregue na manhã de hoje nas proximidades da Câmara Municipal de Várzea Grande. A “solenidade” teve lugar na própria rua, sob ovação dos que se sentiram igualmente ultrajados pela atitude de desprezo do parlamentar em relação a Arnaldo do Mapin.

Ciente de que a “concessão” de tão desfavorável “honraria” pudesse se refletir drasticamente em qualquer projeto seu na área política, e até mesmo na preservação do atual mandato de vereador por Várzea Grande, Bruno Rios, de forma novamente arrogante e sem humildade, tentou se esquivar hoje (20) para não receber o “Troféu Abacaxi”.

Primeiro, conforme declarou o repórter Deva Gazela, responsável pela entrega da deplorável encomenda, Rios tentou se esconder nas dependências da Câmara Municipal de Várzea Grande, já sentindo a pressão de populares que começavam a se aglomerar ao passar pelo local, curiosos em saber o que estava acontecendo.

Alguns, inclusive, manifestaram repúdio total ao saber que o vereador Bruno Rios depreciara o trabalho prestado por Arnaldo do Mapin.

Determinada a encontrá-lo, o repórter Deva Gazela adentrou nas instalações do Parlamento e procurou por Bruno Rios em todos os gabinetes e salas, sem êxito: o vereador desaparecera magicamente. Alguns funcionários disseram que, ali, ele já não se encontrava mais.

Sempre persistente, Deva Gazela posicionou-se nas proximidades da Casa de Leis, calculando que, pelo tempo em que vira Bruno Rios adentrar naquele recinto, não poderia estar muito longe. Com efeito, minutos após, o vereador surgiu num estacionamento lateral, aparentemente sem saber onde havia estacionado o carro.

Nesse instante, Deva Gazela anteviu a chance de “homenageá-lo” com o “Troféu Abacaxi”, ainda que, mais uma vez, ele tentou se esquivar, sendo salvo pelo motorista. Bruno tinha convicção de que, ao receber aquela “honraria” negativa, estaria assinalando seu completo despreparo para assumir uma cadeira pública de representante do povo.

Com certeza, calculam os próprios colegas parlamentares, que esse Troféu Abacaxi, escolhido através dos telespectadores para Bruno Rios, faz com que o vereador possa fazer uma reflexão da sua atuação como parlamentar e representante da população várzea-grandense.

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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