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Viveiros Mato Grosso: tradicional empresa cuiabana é referência em paisagismo e frutíferas

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A empresa Viveiros Mato Grosso vai muito bem, obrigado! Palavras do seu proprietário, comendador Nilson Neres Souza, 41, natural de Chapada dos Guimarães. “Mas resido em Cuiabá desde criança”, informa. Terra, aliás, onde recebeu título de comendador pela Câmara Municipal.
A Viveiros Mato Grosso foi fundada em 93, e, desde então, projetou prosperidade em seus negócios, com investimentos precisos nas áreas paisagística e de frutíferas.

Um dos fortes produtos da empresa reside na Grama Esmeralda, da marca Pontal (Campo Grande). “A qualidade dessa grama tem recebido muitos elogios por parte da clientela”.
Nilson é filho de dona Maria dos Reis Souza, mineira de Monte Alegre, e do goiano Eliomar Rodrigues, ambos já falecidos. “Eles me ensinaram tudo que hoje tenho como regra ética de vida”, sublinha o empresário, orgulhoso do seu berço familiar.                                                                                                                                        
Com estrutura de perfil futurista, a empresa Viveiros Mato Grosso, situada na Avenida Beira Rio, 4.180, Porto (Cuiabá), atende encomendas locais, para outras partes de MT e mais além.
“Temos comercializado nossos produtos também para Goiás e Campo Grande.

Hoje em dia, o paisagismo está sempre em alta em qualquer projeto arquitetônico. Nosso lema é atender da melhor forma possível, com qualidade garantida”, pontua.
O comendador Nilson N. Souza afirma que seus clientes dispõem de uma série de opções atrativas entre plantas ornamentais e frutíferas.
“Felizmente, gosto de frisar, primamos por ofertar o melhor, a fim de que nossa clientela fique 100% satisfeita e se torne efetivamente cativa. Isso é um dos ingredientes fundamentais para o sucesso de qualquer negócio. Se você atende bem, ofertando produtos que vão corresponder à expectativa do cliente, com certeza ele vai procurá-lo novamente. É rotatividade interessante para a manutenção de qualquer empresa. A Viveiros Mato Grosso se enquadra fielmente nesse perfil”.

“Nossos funcionários se constituem no maior patrimônio da empresa”

O comendador Nilson N. Souza afirma que seus funcionários, a quem denomina de “colaboradores”, se constituem no patrimônio mais valioso da Viveiros Mato Grosso”. Ao todo, 25 pessoas estão oficialmente vinculadas ao quadro do funcionalismo, com treinamentos periódicos para prestação de serviços de qualidade.
“Nós formamos uma equipe harmônica, que trabalha com seriedade e empenho profissional. A satisfação do cliente é um dos reflexos diretos disso, e, para nós, é o que conta, realmente. Afinal, a integração do dia-a-dia da Viveiros Mato Grosso tem esse propósito, o de servir bem”, acentua.
PANDEMIA
Ele também sublinhou que essa pandemia não trouxe impacto negativo nos seus negócios, em função de as pessoas, por imposição dos decretos oficiais, medidas de segurança, hoje estarem mais em casa.
“Assim, o paisagismo, o cultivo a plantar ornamentais, frutíferas, tornou-se hobby natural de quem está recluso em casa, atendendo às recomendações dos órgãos de saúde”.

CONDOMÍNIOS: NOVO FILÃO DE NEGÓCIOS

Conforme o comendador Nilson Souza, o surgimento de condomínios em Cuiabá e MT afora tem propiciado aumento excepcional de procura por plantas paisagísticas e mesmo frutíferas. A Viveiros Mato Grosso está atenta a esse filão promissor.
“É um dos aquecedores naturais do mercado, que abraçou esse aspecto importante na ala residencial urbana e periférica. Nenhum projeto paisagístico, volto a repetir, deixa de contemplar atualmente esse segmento. Afinal, o mundo quer abraçar a natureza, o verde. As plantas emolduram essa figura tão atraente”.
Nilson comemora assim o grande número de pedidos que sua empresa contabiliza para montar jardins e similares nos condomínios que vão surgindo em escala dominó na capital e em cidades interioranas. “Temos que correr contra o tempo, pois todos querem embelezar seus ambientes residenciais e comerciais com plantas e grama de qualidade.

“TUDO COMEÇOU QUANDO TINHA UNS 14 ANOS…”

Indagado como começou a operar na área paisagística, o comendador Nilson Souza disse que foi quase por acaso. “Tinha então uns 14 anos quando comecei a trabalhar em estabelecimentos desse tipo. Aí, fui ganhando gosto, aprendendo, e quando me dei conta já estava projetando ter O meu próprio negócio. Surgiu, então, a Viveiros Mato Grosso, hoje bem estruturada, graças a Deus”.
O comendador ainda explicou o porquê de a Viveiros Mato Grosso buscar grama de qualidade fora do Estado, em Campo Grande-MS. Segundo ele, é em função de o produtor mato-grossense ainda não ter priorizado tal produção, o que permitiu a entrada de outros investidores.
“Condições de produção de excelente grama nós temos, lógico. Mas eles foram mais ágeis ao introduzir seus produtos no mercado, tornando-se principal foco de procura por quem atua nesse segmento. A grama Esmeralda, que comercializamos, por exemplo, é de excelente qualidade. Não há motivos para substituirmos essa marca por outra qualquer. Mesmo porque tem tido excelente receptividade”.

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Durigan defende que Brasil deve ampliar comércio exterior

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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu nesta segunda-feira (17) a estratégia de abertura do comércio de produtos brasileiros para outros países. 

Segundo ele, outros governos e investidores olham para o Brasil com confiança. “Em um mundo de incertezas, temos de construir o Brasil como um porto seguro, temos de projetar segurança e previsibilidade”, disse ao participar de evento na capital paulista.

Para Durigan, essa abertura deve ser baseada em negociações e não de dependência de um parceiro exclusivo, na Ásia ou na América do Norte, por exemplo.

“[O Brasil] vai fazer o debate sabendo de suas fraquezas e fortalezas”, apontou.

A fala do ministro ocorre no momento de tensão entre Brasil e Estados Unidos. Na semana passada, o governo federal anunciou a abertura formal do processo para avaliar se a imposição unilateral de tarifas por parte dos Estados Unidos (EUA) contra exportações brasileiras será respondida com base na Lei da Reciprocidade Econômica

Aprovada no ano passado, justamente em reação ao primeiro tarifaço do governo de Donald Trump, a Lei nº 15.122 estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que impacte negativamente a competitividade econômica do Brasil.

Medidas fiscais

Durigan também argumentou sobre a adoção de medidas, como bloqueio de orçamento e limite de gastos obrigatórios, para que o país mantenha a estabilidade fiscal. 

“Precisamos manter uma trajetória fiscal, sem desestabilizar”, disse.

Sobre a reforma tributária, o ministro reconhece que pode amedrontar, por impor muitas mudanças. Porém, Durigan acredita que 2027 será um importante ano para a transição, e que, ao final, resultará em um sistema melhor, a médio e longo prazo, para o país. 

A questão dos juros também foi abordada. Durigan afirmou que não há condições de discutir crédito no país sem “juros civilizados”, por, conforme o ministro, serem a “milha final” dos ajustes de médio prazo necessários para o desenvolvimento do país.



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