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Em vídeo, governador mostra andamento das obras no Hospital Central em Cuiabá; assista

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Mauro Mendes afirmou que entrega deve ocorrer no próximo ano

Em vídeo publicado em suas redes sociais nesta sexta-feira (16.04), o governador Mauro Mendes mostrou o andamento das obras no Hospital Central em Cuiabá – assista ao final da matéria.

As obras na unidade hospitalar estavam abandonadas há mais de 34 anos e foram retomadas em novembro do ano passado após a atual gestão assinar a ordem de serviço para o Consórcio LC Cuiabá.

“É um hospital que começou a ser construído na década de 80, um prédio de sete andares, com 9 mil m², que fica a mil metros do Palácio Paiaguás, Ministério Público, Tribunal de Contas. Nós conseguimos refazer todos os projetos, ajustamos tudo que precisava ser ajustado, licitamos, a empresa ganhou, começou a obra e está em pleno andamento”, afirmou.

Mauro Mendes relatou que a unidade tem previsão de entrega para novembro de 2022.  O hospital vai contar com dez salas cirúrgicas, 60 leitos da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 230 leitos de enfermaria.

“Esse hospital vai ter 32 mil m². O que já existe aqui tem 9 mil m², vai ser todo aproveitado com ajustes, e vamos construir mais 23 mil m², totalizando 32 mil m². A empresa está fazendo as fundações, recuperando a estrutura existente e vai ser o maior e melhor hospital de alta complexidade para atender todo o estado de Mato Grosso”, registrou.

Conforme o governador, será investido um total de R$ 100 milhões na construção. O Hospital Central atenderá diversas especialidades, como Cardiologia, Neurologia, Vascular, Ortopedia, Otorrinolaringologia, Urologia, Ginecologia, Infectologia e Cirurgia Geral.

Além disso, Mauro Mendes lembrou que o Governo de Mato Grosso também retomou as obras do Hospital Universitário Júlio Muller, na Capital, e trabalha para lançar a construção de novos hospitais no interior do estado.

“Estamos fazendo os preparativos para construir três ou quatro hospitais novos no interior: no Araguaia, na região de Juína, Tangará da Serra e talvez em Alta Floresta, para melhorar a saúde pública de todo o estado. Além da reforma de todos os hospitais regionais que vamos fazer. Já estamos fazendo as reformas em Rondonópolis, Sorriso, Sinop, ampliamos Cáceres e estamos ampliando em Colíder”, finalizou.

Assista ao vídeo:

https://www.instagram.com/tv/CNvLU4Bg8CF/?igshid=11ruel2lnynv7

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Novo júri do caso Roberto Zampieri começa nesta terça (29) em Cuiabá

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A nova sessão do Tribunal do Júri do caso Roberto Zampieri será realizada nesta terça-feira (29), às 9h, no Fórum de Cuiabá, com o julgamento dos três réus denunciados pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) pela participação no assassinato do advogado, ocorrido em dezembro de 2023.
A acusação em plenário será dos promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida.
Serão julgados Antônio Gomes da Silva, Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas e Hedilerson Fialho Martins Barbosa, denunciados por homicídio triplamente qualificado. Os três permanecem presos.
A sessão foi marcada após a dissolução do Conselho de Sentença durante o julgamento em 28 de julho, em razão de problemas de saúde de um dos jurados. Com a formação de um novo conselho, os atos realizados em plenário deverão ser repetidos para garantir a regularidade do procedimento.
Durante o julgamento, estão previstas as oitivas de testemunhas. As provas e os depoimentos já produzidos permanecem juntados aos autos do processo e poderão ser utilizados no decorrer da ação penal.
Conforme a denúncia do MP, Antônio Gomes da Silva é apontado como o autor dos disparos que mataram Roberto Zampieri, com auxílio de Hedilerson Fialho Martins Barbosa. Já Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas teria participado da empreitada criminosa mediante promessa de recompensa.
Roberto Zampieri foi assassinado em dezembro de 2023, no bairro Bosque da Saúde, em Cuiabá. Segundo as investigações, o crime teria relação com uma disputa agrária e judicial envolvendo uma propriedade rural avaliada em aproximadamente R$ 100 milhões.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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