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Novo Mercado Municipal terá estacionamento automatizado com 606 vagas disponíveis

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O estudo foi apresentado pelo prefeito Emanuel Pinheiro nesta sexta-feira (16), no auditório da AMM

Pensando na modernidade e preparando Cuiabá para o futuro, o projeto para o novo Mercado Miguel Sutil – conhecido como Mercado Municipal, idealizado pelo prefeito Emanuel Pinheiro, prevê a implantação de estacionamento automatizado valet. A estrutura tem como objetivo ofertar maior comodidade e segurança aos clientes que frequentarão o local. O estudo foi apresentado nesta sexta-feira (16), na Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM).

Com 586 vagas para carros e 20 para motos, o estacionamento ficará no 4º pavimento e contará com sensores para identificação do status da vaga e software compra recarga de créditos; Recarga de créditos através do parquímetro e fiscalização dos serviços através de OCR. Ao todo, o Mercado Municipal terá quatro pavimentos, divididos por setores para um melhor ordenamento dos ambientes.

“Modernizar os estacionamentos resulta em inúmeros benefícios, como a melhora do fluxo de veículos, satisfação dos clientes e vantagens financeiras a médio e longo prazo. Temos que elaborar um projeto bem mais moderno e preparando a Capital para o futuro. O investimento em novas tecnologias agilizará todos os processos operacionais, desde a chegada do usuário ao local até sua saída. Isso evita filas, seja em pagamentos, validações de tickets, dentre outros”, declarou o prefeito.

O trabalho foi apresentado pela Promulti Engenharia, Infraestrutura e Meio Ambiente, habilitada em Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) aberto pela Prefeitura de Cuiabá em dezembro de 2019.

 

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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