Política
Servidor que assinava laudo de desapropriação, agora fala que sabe a respeito de fraudes pela TV
Política
João Victor / Da Redação
Selma Santos, juíza da 7º vara de Cuiabá/MT, colhe depoimentos das testemunhas de defesa do procurador aposentado Francisco Gomes de Andrade Lima Filho, o “Chico Lima”, na atividade penal derivada da 4ª fase da “Operação Sodoma”. A ação investiga e analisa todas as fraudes e desvios de recursos públicos no processo de desapropriação da área correspondente ao bairro Jardim Liberdade. Estão previstos depoimentos do servidor da Secretaria de Cidades, Arnaldo Guia Taques, responsável por emitir laudo que referendou a desapropriação da área, e o porteiro Sebastião Farias, que entregou o nome para criar a empresa SF (Assessoria e Organização de Eventos Eirelli) ME.
Está empresa foi feita, segundo o delator e agora investigado Filinto Müller, para “lavar” o dinheiro desviado com a desapropriação do terreno. Apesar de ser registrada em seu nome, Sebastião não tinha qualquer tipo de gerência sobre a empresa. A função era do Filinto Müller.
ENTENDA O CASO DE PERTO!
3H10 da tarde – O pedreiro Sebastião, que iria ser ouvido como testemunha do procurador aposentado Chico Lima, ficou de fora. A defesa de Lima optou por não escuta-lo.
2H 56 da tarde – depois uma explanaçaõ técnica, Arnaldo termina seu depoimento. Haverá um intervalo de 9:59 minutos.
2H 19 da tarde – Primeiro a depor, Arnaldo Guia Taques confirma que atua há mais de 15 anos na emissão de laudos semelhantes ao sa desapropriação da área do bairro Jardim Liberdade. Ele disse que após a emissão do documento, não acompanha os procedimentos que virão em seguida. O servidor público nega ter recebido qualquer tipo de vantagem para emitir estes laudos, e diz que ficou sabendo das fraudes pela TV.
2 H 17 da tarde – mesmo anunciando que estão renunciando a proteção do ex-governador Silval Barbosa, os advogados Válber Melo, Ulisses Rabaneda e Renan Moreno se fazem presentes na audiência. Em nota divulgada à imprensa nesta segunda-feira, eles confirmaram que ficarão respondendo pelo ex-governador pelos próximos 10 dias ou mais. A decisão por desistirem de defender o ex-governador ocorreu após Silval mudar a estratégia e passar a confessar crimes denunciados pelo Ministério Público. A tendência é de que o advogado Délio Lins e Silva confirme definitivamente a defesa (proteção) de Silval Barbosa.
Política
Hugo Motta defende emendas parlamentares e critica comparação com penduricalhos
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), defendeu as emendas parlamentares como instrumento de política pública para melhorar a qualidade de vida da população, sobretudo nos locais onde o governo não consegue chegar.
Em entrevista à Rádio TMC, ele afirmou que não há comparação entre os chamados “penduricalhos”, vantagens em dinheiro que determinados servidores recebem acima do teto constitucional, e as emendas parlamentares.
Para Motta, a comparação entre emendas e penduricalhos é feita por quem não conhece política pública.
“Fazer comparação de emenda com penduricalho é não entender de política pública. Penduricalho é vantagem pessoal recebida acima do teto funcional. Qualquer problema no empenho das emendas, eu defendo que seja apurado. Agora, não posso aceitar que essa generalização venha a prejudicar esse instrumento que melhora a qualidade de vida dos brasileiros”, declarou.
Dosimetria
Motta voltou a defender a derrubada do veto do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao texto que permite a revisão das penas dos condenados pela tentativa de golpe de Estado em 2023.
Segundo ele, o texto foi aprovado pelas duas Casas legislativas em comum acordo para que a sociedade tenha uma solução para as penas concedidas de maneira exagerada.
“Vamos defender a aplicabilidade da Lei da Dosimetria”, disse Motta.
Segurança pública
Hugo Motta também afirmou que o problema da segurança pública é uma das demandas da sociedade brasileira. Segundo ele, é preciso reagir com leis mais duras e políticas públicas que impeçam que o país se torne um “narcoestado”, com o crime organizado infiltrado no Estado brasileiro.
“Não podemos fechar os olhos para essa situação e temos de sensibilizar as autoridades, porque precisamos agir de maneira conjunta e integrada”, defendeu o presidente da Câmara.
Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Wilson Silveira
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