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Homenagem do deputado estadual Botelho aos profissionais de Saúde ganha destaque

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Moção de aplausos foi apresentada em reconhecimento ao esforço e dedicação dos profissionais da linha de frente no combate à Covid-19

Da Redação

Na certeza de que dias melhores virão, conforme pontuou, o primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Eduardo Botelho (DEM), fez questão de homenagear os profissionais de Saúde que atuam na linha de frente no combate à covid-19. Botelho reconheceu com Moção de Aplausos os profissionais que não medem esforços para tratar os pacientes acometidos pelo coronavírus.

O deputado ressaltou que essa homenagem é uma forma de manifestar publicamente a importância desses profissionais da área da saúde. E pediu à população a concentração de esforços para ajudar no combate desse vírus, mantendo o distanciamento social e higienização frequente das mãos.

Para Botelho, o cumprimento das normas de biossegurança, aliado ao exímio trabalho dos profissionais de Saúde, dará condições de Mato Grosso superar a pandemia, retomar a rotina resguardando vidas. Ele defende a vacina para todos.

“Apresentei moção de aplausos aos profissionais de Saúde, engajados no enfrentamento da pandemia da Covid-19. Nesta quinta-feira, dia 08 de abril, comemoramos o aniversário de Cuiabá, são 302 anos de uma história de progresso. Mas, infelizmente, fomos afetados pela pandemia com números aterrorizantes de pessoas infectadas e óbitos, que nos entristece muito. Por isso, devemos nos lembrar e enaltecer os profissionais de saúde, que ajudam o nosso povo a vencer essa difícil batalha contra esse vírus cruel, devastador”, afirma o parlamentar.

Segundo o parlamentar, o momento não permite nenhum tipo de aglomeração e o foco tem que ser a luta contra a covid-19 e a vacinação. “Hoje, aplaudimos aqueles que são verdadeiros guerreiros e que, incansavelmente, trabalham pela recuperação dos filhos desta terra. Desejamos vacina e saúde para todos. Que venham muitas histórias prósperas à nossa querida Cuiabá”, reconheceu Botelho, ao reafirmar o compromisso de atuar em defesa da vacina e outras políticas públicas necessárias para amenizar o sofrimento da população, como a doação de sacolões de alimentos aos menos favorecidos e de cilindros de oxigênio para as unidades de saúde.

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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