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Juca do Guaraná: “Parabéns, Cuiabá! Ainda há brilho esperançoso para todos!”

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O presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, Juca do Guaraná Filho (MDB), parabenizou Cuiabá pelo seu natalício. Nesta terça-feira, 8, a capital mato-grossense completa 302 anos. Também enfatizou que este natalício é merecedor de efusivos aplausos em decorrência do espírito abnegado de luta do povo cuiabano, que, avalia, continua acreditando em dias melhores, apesar de tudo que tem sucedido, por conta dos avanços dessa pandemia.

“Na realidade, esta comemoração aniversariante de Cuiabá também tende a ser contida, pois estamos em meio a uma pandemia impiedosa. Doença que já enlutou centenas de famílias em solo cuiabano, milhares no Estado e centenas de milhares, País afora. E os índices não param de crescer: somente no Brasil, estamos atingindo a marca de quase 350 mil vítimas da covid-19. Média, aliás, superior à de óbitos registrados em vários países juntos. Nos reflexos dessa pandemia temos ainda desemprego, transtornos econômicos e sociais, etc… Porém, Cuiabá continua firme na luta, e é preciso aplaudir de pé esse espírito guerreiro do seu povo”.

Conforme o dirigente parlamentar, tantos dias difíceis não conseguiram desestimular os cuiabanos de “tocar o barco pra frente” em nenhum momento, sempre acreditando em dias promissores e na vitória do bem contra o mal (pandemia). “A vacinação contra a covid-19 acontece regularmente, e é preciso reconhecer o esforço empenhado dos gestores: a Saúde, a preservação da vida, hoje encabeça prioritariamente os interesses, em nível municipal e estadual. E nós, representantes populares, também nos colocamos 100% à disposição para somar forças, contribuir para que essa batalha seja vencida de forma eficiente e mais rápida, menos dolorida para todos”.

Juca do Guaraná ainda sublinhou que a esperança do cuiabano é merecedora de aplausos contínuos, visto que evidencia seu enorme poder de superação, diante de grandes desafios. “E, em breve, posso preconizar, haveremos de respirar aliviados por ter superado mais essa prova tão difícil, quando nos entrincheiramos na defensiva, a fim de lutar pelo nosso bem mais precioso: a vida. Deus nos guiou firmes até aqui, e é com Ele que haveremos de lembrar esse tempo de pandemia como uma travessia superada com êxito. Na qualidade de presidente do Parlamento, temos o dever e obrigação de honrar o nosso mandato, trabalhando indistintamente por todos os cidadãos cuiabanos”.

Por João Carlos de Queiroz

 

 

 

 

 

 

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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