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Presidente da Câmara de Livramento quer vacinação prioritária de assistentes sociais

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Da Redação
“É importante que os assistentes sociais de Livramento sejam incluídos prioritariamente para receber a vacina contra a covid-19”, declarou o presidente da Câmara Municipal de Livramento, Manoel Campos, na última sessão ordinária do Legislativo. Ele formalizou isso por meio da indicação nº 041/2021, diligenciando para que seja encaminhada ao Poder Executivo a necessidade de incluir os servidores da área de Assistência Social na lista dos prioritários. 
Conforme o parlamentar, os assistentes sociais estão igualmente na “linha de frente” do combate à covid-19, a exemplo dos servidores da área de Saúde. “Por vezes, são eles, os assistentes sociais, quem chegam primeiro aos doentes, procedendo todos os encaminhamentos hospitalares possíveis, quando têm contato direto com esse ambiente infectado pelo vírus. E ainda confortam as famílias antes, durante e depois, seja no restabelecimento dos pacientes, ou mesmo em casos de óbito. Portanto, o trabalho deles, em relação a essa pandemia, é constante e muito próximo. Precisam estar guarnecidos, sim. E a única forma de se protegerem é por meio da vacina”, pontuou.
O vereador Manoelzinho, conforme o dirigente do Parlamento de Livramento é popularmente conhecido, disse que espera contar com integral apoio dos seus pares para a inclusão dos assistentes sociais no grupo prioritário de vacinação. Ele citou já existir em Mato Grosso vários municípios que deliberaram nesse sentido.  “Pelo que sabemos, são 26 municípios com lei já aprovada, para que os assistentes sociais tenham direito à vacinação, incluídos nos demais grupos inseridos na lista prioritária. Entende-se, assim, o quanto eles são produtivos e resolutivos nas funções que desempenham em meio a essa pandemia desenfreada”.
Ele também elogiou a condução dos trabalhos de vacinação no município desempenhado pela Secretaria Municipal de Saúde. “Temos acompanhado e testemunhado a dinâmica empenhada de todos os servidores dessa área, o que tem permitido levar esse trabalho a bom termo. Não só aplaudimos tamanha dedicação, pois entendem o quanto esse momento é delicado e emergencial, como nos colocamos inteiramente à disposição dos munícipes para quaisquer esclarecimentos”.
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Julgamento é retomado com interrogatório dos réus

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O julgamento dos três acusados de participação no homicídio do advogado Roberto Zampieri foi retomado na manhã desta quarta-feira (30), no Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. Após o encerramento do primeiro dia de instrução, as partes desistiram da oitiva das testemunhas que ainda estavam arroladas para depor, permitindo o avanço da sessão para a fase de interrogatório dos réus.Os trabalhos foram reiniciados com o interrogatório de Antônio Gomes da Silva, apontado pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) como o autor dos disparos que resultaram na morte do advogado. Na sequência, também deverão ser interrogados os demais réus, Hedilerson Fialho Martins Barbosa e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas.Atuam na acusação os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida (NDV). A sessão é presidida pelo juiz José Mauro Nagib Jorge, titular da 11ª Vara Criminal, Justiça Militar e Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. Também integra a acusação, como assistente, o advogado Giovani Santin.Durante o primeiro dia de julgamento, realizado na terça-feira (29), foram ouvidas seis testemunhas, entre elas delegados da Polícia Civil e da Polícia Federal que atuaram nas investigações do caso. As oitivas abordaram a dinâmica do crime, o planejamento da ação criminosa e os elementos probatórios reunidos ao longo da apuração conduzida pelas forças de segurança.O promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins avaliou o primeiro dia como produtivo no que se refere à instrução e ao esclarecimento dos fatos. Ele destacou o papel do Ministério Público no Tribunal do Júri e criticou estratégias utilizadas para atacar a imagem da vítima.“Estamos defendendo a vida de um ser humano e aqui o Ministério Público tutela o direito à vida de qualquer pessoa, sem fazer qualquer tipo de discriminação. Justificar esse tipo de situação atacando a figura da vítima nada mais é do que uma retórica colocada a serviço da injustiça, da impunidade e daquilo que a sociedade não deseja”, afirmou o promotor de Justiça.O promotor de Justiça Samuel Frungilo lembrou ainda que, segundo a acusação, o envolvimento dos réus como executores e intermediários está demonstrado tanto pelas oitivas das testemunhas realizadas no primeiro dia quanto pelas investigações conduzidas pela Polícia Civil e pela Polícia Federal. “Essa organização foi contratada para matar Roberto Zampieri, e foi isso que fez”, afirmou.Conforme a denúncia oferecida pelo MPMT, Antônio Gomes da Silva é acusado de executar o homicídio. Hedilerson Fialho Martins Barbosa teria participado da execução do plano criminoso, inclusive com o fornecimento da arma utilizada no crime. Já Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas é apontado como integrante da empreitada criminosa.O julgamento prossegue ao longo do dia com os interrogatórios e as demais fases processuais previstas para o Tribunal do Júri.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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