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Brasileirão é eleito o terceiro melhor campeonato nacional da década
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Em levantamento realizado pelo Federação Internacional de Estatísticas e História do Futebol (IFFHS), Série A ficou atrás apenas da La Liga (Espanha) e da Premier League (Inglaterra).
O Brasileirão Assaí foi eleito o terceiro melhor campeonato nacional da última década (2011-2020). Em ranking da Federação Internacional de Estatísticas e Histórias do Futebol (IFFHS), a Série A ficou atrás apenas da La Liga (Espanha) e da Premier League (Inglaterra), assumindo o posto de melhor competição nacional não europeia do mundo.
A terceira colocação reforça e reconhece o trabalho que vem sendo realizado pela CBF, pelas federações e pelos clubes do futebol brasileiro pela valorização e pelo desenvolvimento do Brasileirão Assaí. Na última década, a competição deu importantes passos dentro e fora de campo para evoluir cada vez mais desportiva e comercialmente.
Em 2019, a CBF implementou o árbitro de vídeo em todas as 380 partidas do Brasileirão. Foi nesta década, inclusive, que a CBF acertou parceria com a rede Assaí, que tem title sponsor garantido da competição até o ano de 2023. O vínculo com a atacadista se iniciou em 2018. Em 2020, a CBF e os clubes celebraram um novo contrato de direitos internacionais para difundir o Brasileirão por diferentes países ao redor do mundo.
Além das ações extra campo, dentro das quatro linhas o Brasileirão Assaí também se destaca no quesito equilíbrio. Ao lado da Premier League, da Inglaterra, a Série A do Campeonato Brasileiro é o torneio, dentre os países que compõem o top 10 da FIFA, que contou com mais alternância de campeões na última década – cinco clubes levantaram a taça nesse período: Corinthians (3), Flamengo (2), Palmeiras (2), Cruzeiro (2) e Fluminense (1). Apenas Colômbia e Argentina coroaram um número maior de vencedores, mas nestes países a competição nacional coroa dois campeões por ano.
O ranking da década da IFFHS foi construído com a soma das pontuações que cada liga somou nas versões anuais do estudo. O levantamento é feito a partir de um cálculo envolvendo a pontuação dos cinco primeiros de cada competição e o coeficiente da FIFA do país ao qual ela pertence.
Confira o top 10 de campeonatos nacionais do mundo na última década, segundo o IFFHS:
1 – La Liga (Espanha)
2 – Premier League (Inglaterra)
3 – Brasileirão Assaí (Brasil)
4 – Serie A (Itália)
5 – Bundesliga (Alemanha)
6 – Superliga Argentina (Argentina)
7 – Ligue 1 (França)
8 – Primera A (Colômbia)
9 – Liga NOS (Portugal)
10 – Primera División (Paraguai)
Por Assessoria CBF
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Brasil vira sobre a Austrália e vence por 4 a 2 em amistoso
A Seleção Brasileira superou um primeiro tempo de sustos e derrotou a Austrália por 4 a 2, nesta terça-feira (29.09), em amistoso disputado no Suncorp Stadium, em Brisbane. Vanderson, Raphinha, Bruno Guimarães e Vinicius Júnior balançaram as redes para o Brasil; Circati e Metcalfe marcaram para os donos da casa. A Seleção ainda tem mais um compromisso nesta Data Fifa: no sábado, encara a Índia às 11h (de Brasília), no Vivekananda Yuba Bharati Krirangan Stadium, em Calcutá.
O jogo começou da melhor forma possível para os brasileiros. Aos dois minutos, uma jogada ensaiada pela ponta direita terminou com Rayan servindo Bontempo, que encontrou Vanderson livre para acertar um belo chute no ângulo e abrir o placar.
O segundo quase saiu em seguida. Raphinha recebeu na entrada da área e soltou uma pancada forte, obrigando Patrick Beach a fazer grande defesa. No rebote, o atacante do Barcelona voltou a finalizar, mas parou novamente no goleiro australiano.
Com o controle da posse de bola e do ritmo da partida, o Brasil ditava as ações, mas foi pego em falha pontual. Aos 29 minutos, após cobrança de escanteio fechado, a defesa brasileira se atrapalhou e Circati empatou para os mandantes.
O golpe abalou a equipe de Carlo Ancelotti, que três minutos depois viu o placar virar. Aos 32, a defesa saiu jogando errado, Metcalfe dominou com liberdade na entrada da área e finalizou com precisão, vencendo Otávio.
Aos poucos, a Seleção voltou a crescer. Aos 42, em mais uma boa trama coletiva, Danilo foi derrubado na área. O árbitro japonês Yusuke Araki revisou o lance no VAR e assinalou o pênalti. Raphinha cobrou com firmeza e deixou tudo igual antes do intervalo.
O segundo tempo começou mais equilibrado. A primeira grande chance foi australiana: aos 15 minutos, Circati apareceu livre na área após escanteio, mas cabeceou por cima, desperdiçando boa oportunidade para os donos da casa.
Do outro lado, o Brasil demorou a criar, mas foi cirúrgico quando chegou. Depois de um primeiro tempo discreto, Vinicius Júnior passou a aparecer mais no jogo. O atacante foi lançado pela esquerda e encontrou Endrick dentro da área, que deu um passe preciso para Bruno Guimarães completar para o fundo das redes e recolocar o Brasil em vantagem.
Aos 30 minutos, quase saiu o quarto. Vini arrancou pela esquerda e inverteu a jogada para Estêvão, que finalizou no canto e viu Patrick Beach fazer mais uma grande defesa. No rebote, a bola ainda bateu em Endrick antes de sair pela linha de fundo.
Aos 34, nada impediu o gol que selou a vitória. Vinicius Júnior fez bela jogada individual, driblou o marcador e foi derrubado dentro da área. O próprio camisa 7 cobrou o pênalti com categoria e converteu.
Nos minutos finais, a equipe de Carlo Ancelotti administrou a vantagem e controlou a partida até o apito final, confirmando o resultado.
| FICHA TÉCNICA | ||
|---|---|---|
| Austrália 2 x 4 Brasil | ||
| Competição | Amistoso | |
| Local | Suncorp Stadium, Brisbane (AUS) | |
| Data | 29 de setembro de 2026 (terça-feira) | |
| Horário | 7h (de Brasília) | |
| Cartões | Amarelos (Austrália) | Irankunda, Souttar |
| Cartões | Amarelos (Brasil) | Gabriel Magalhães, Endrick |
| Cartões | Vermelhos | Nenhum |
| Arbitragem | Árbitro | Yusuke Araki (JAP) |
| Arbitragem | Assistentes | Kota Watanabe (JAP) e Kohe Ando (JAP) |
| Arbitragem | Quarto árbitro | Ryo Tanimoto (JAP) |
| Gols | 1º gol | Vanderson, aos 2 do 1ºT (Brasil) |
| Gols | 2º gol | Circati, aos 29 do 1ºT (Austrália) |
| Gols | 3º gol | Metcalfe, aos 33 do 1ºT (Austrália) |
| Gols | 4º gol | Raphinha, aos 44 do 1ºT (Brasil) |
| Gols | 5º gol | Bruno Guimarães, aos 24 do 2ºT (Brasil) |
| Gols | 6º gol | Vinicius Júnior, aos 34 do 2ºT (Brasil) |
| Escalação | Austrália | Patrick Beach; Jacob Italiano (Geria), Alessandro Circati, Harry Souttar e Lucas Herrington; Aziz Behich, Jackson Irvine e Paul Okon-Engstler (O’Neill); Connor Metcalfe (McGree), Nestory Irankunda (Younis) e Tete Yengi. Técnico: Tony Popović |
| Escalação | Brasil | Otávio, Vanderson (Matheuzinho), Jair (Vitor Reis), Gabriel Magalhães e Mauro Júnior (Arthur Dias); Danilo (Breno Bidon), Bruno Guimarães (Martinelli) e Gabriel Bontempo (Andrey Santos); Rayan (Estêvão), Raphinha (Endrick) e Vini Júnior (Samuel Lino). Técnico: Carlo Ancelotti |
Fonte: Esportes
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