Política

Wellington Fagundes pede justiça e liberdade ao se unir a Nikolas na Caminhada pela Liberdade, em Brasília

Publicado em

Política


O senador Wellington Fagundes (PL-MT) participou neste domingo (25), na Praça do Cruzeiro, em Brasília, do ato que marcou a chegada da “Caminhada pela Liberdade”, liderada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).

A mobilização reuniu milhares de apoiadores após seis dias de trajeto e cerca de 240 quilômetros percorridos, desde Paracatu (MG) até a capital federal. Mesmo sob chuva intensa, a multidão permaneceu concentrada no local. O encerramento teve discursos, oração e cobranças políticas ao Senado.

Wellington esteve acompanhado pelo senador Izalci (PL-DF) e por outros parlamentares. Ele destacou o simbolismo do momento e afirmou que o movimento se transformou em um chamado nacional.

“Essa chuva vem para lavar a alma de todos os brasileiros. O que está acontecendo no Brasil está insustentável. Por isso estamos aqui junto com o Nikolas, ao lado do senador Izalci e de muitos parlamentares, para acordar o Brasil”, afirmou.

Segundo o senador, o ato teve como foco a defesa da liberdade e da justiça, além de um apelo institucional diante do cenário atual.

“Nós estamos aqui, sim, pela liberdade. Nós estamos aqui pela justiça. Nós acreditamos e pedimos muito para Deus entrar no coração das autoridades responsáveis. Não é possível tanta injustiça”, declarou.

Wellington citou como exemplo condenações relacionadas aos atos de 8 de Janeiro e criticou o que considera desproporcionalidade em algumas decisões. Também lamentou a situação do ex-presidente Jair Bolsonaro, que enfrenta restrições com impacto no ambiente político e partidário.

“Uma mulher que pichou uma estátua foi condenada a 14 anos de prisão. No outro dia lavaram com água e sabão e estava tudo perfeito. E aí estamos vendo ainda o presidente Bolsonaro, que não tem nenhuma denúncia de corrupção no governo dele e está sem liberdade. Ele não pode nem falar ao telefone com as pessoas, inclusive com o presidente do próprio partido, Valdemar Costa Neto, em pleno ano eleitoral”, afirmou.

Segundo Wellington, há audiência marcada com o procurador-geral da República para discutir o tema.

“Não é possível que o maior partido do Brasil não possa conversar com sua maior liderança, que é o presidente Bolsonaro”, completou.

O senador recordou ainda que algumas lideranças não puderam acompanhar o ato presencialmente e citou o pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro, que está em viagem a Israel, onde participa de um período de vigília e oração.

“O próprio Flávio Bolsonaro não pode estar aqui hoje. Ele está em Israel, em vigília e em oração. E nós estamos aqui também em nome dele”, afirmou.

Ao encerrar o ato, Nikolas definiu a marcha como uma mobilização pacífica, realizou uma oração e pediu pelo fim da corrupção e do crime organizado. O deputado cobrou diretamente do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a instalação de uma comissão parlamentar de investigação.

“Uma pessoa que tem sido omissa nesse País que se chama Davi Alcolumbre. Nós queremos, Davi, a instalação da CPMI do Banco Master. Estamos aqui também como um grito de quem não aguenta mais para poder saber e punir quem teve ações criminosas ou o que aconteceu para uma esposa de um ministro do STF ter um contrato de 129 milhões com o Banco Master”, declarou.

Wellington defendeu que, com a retomada dos trabalhos do Congresso, sejam ampliadas investigações parlamentares sobre fraudes e desvios bilionários.

“O escândalo do INSS cresce a cada dia. Bilhões e bilhões. Precisamos ampliar essa CPMI e também instalar a CPMI do Banco Master. Muita gente injusta está presa e muita gente que desviou bilhões ainda está solta”, declarou.

O senador reforçou ainda a importância de união no campo conservador em 2026 “Agora é o ano da eleição. É o ano em que o eleitor será soberano. Vamos nos juntar”, concluiu.



COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política

CRE aprova acordo de cooperação espacial Brasil-Venezuela

Publicados

em


A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) aprovou nesta terça-feira (11) acordo de cooperação em ciência e tecnologia espacial entre Brasil e Venezuela. O texto prevê ações conjuntas para a exploração e utilização pacífica do espaço, com prioridade para a observação físico-territorial e o monitoramento do território. A matéria segue para análise do Plenário.

Relatado pelo senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), o PDL 575/2026 aprova o texto do Acordo-Quadro de Cooperação em Ciência e Tecnologia Espacial, assinado pelos dois países em 2008.  Entre as áreas de cooperação estão observação físico-territorial, telecomunicações, tecnologias espaciais, distribuição pública de dados espaciais e gestão científico-técnica e espacial.

— A permanente articulação com países vizinhos e o contínuo desenvolvimento da atividade aeroespacial são essenciais para resguardar a soberania e os interesses nacionais — afirmou Mourão.

Segundo o relatório, a cooperação poderá contribuir para o acompanhamento de grandes áreas do território sul-americano, como a Floresta Amazônica, e para o uso de dados espaciais na prevenção e no enfrentamento de desastres e no monitoramento de atividades do crime organizado. 

Projetos

As ações de cooperação serão desenvolvidas por meio de projetos específicos, que deverão definir objetivos, formas de colaboração, locais de execução, resultados esperados, participação de cada país, recursos, propriedade intelectual, confidencialidade, transferência de tecnologia e acompanhamento das atividades. Estão previstas missões técnicas, programas conjuntos de pesquisa e desenvolvimento, capacitação de pesquisadores, seminários, cursos e intercâmbio de cientistas e técnicos.

A Agência Espacial Brasileira (AEB) e a Agência Bolivariana para Atividades Espaciais (Abae) serão responsáveis pela execução da cooperação e deverão formar um comitê coordenador para definir procedimentos das atividades conjuntas, buscar informações e recursos necessários aos projetos e promover a transferência e a divulgação dos resultados. O financiamento dependerá da disponibilidade orçamentária de cada país. O acordo tem vigência de cinco anos, com prorrogação automática por períodos iguais, salvo manifestação de uma das partes, com antecedência mínima de seis meses, de que não pretende renová-lo.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA