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“Vice-governador”: vaga de realização dos sonhos na política

“Nunca na história política e administrativa do Estado de Mato Grosso, o cargo de vice-governador foi tão disputado”.

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Política

Da Redação.

 Diante de um cenário normal de uma disputa eleitoral, os nomes para disputar o cargo de governador do estado são os mais cogitados, mas como na política pode acontecer de tudo, hoje em Mato Grosso, as atenções se voltaram ao concorrido cargo de vice-governador.

Nas últimas semanas, as cogitações ponderavam-se nas possibilidades dos candidatos de oposição, que possivelmente vão concorrer contra Mauro Mendes, como também, na iminência do deputado estadual e primeiro secretário da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho assumir uma vaga no Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso.

Devido os últimos acontecimentos, envolvendo o atual vice-governador, Otaviano Pivetta, que até então tinha a maior probabilidade de se manter no cargo, inviabilizando qualquer suspiro de esperança de encabeçar a chapa na disputa à reeleição, o leque de oportunidades surgiu para aqueles que tinham esperança de ser candidato ao cargo de vice-governador, compondo a chapa com Mauro Mendes.

“Nunca na história política e administrativa do Estado de Mato Grosso, o cargo de vice-governador foi tão disputado”.

Vários nomes estão sendo apontados, desde os deputados Max Russi e Eduardo Botelho, do ex-governador Júlio José de Campos, até liderança do interior, que fazem parte da representatividade do Agronegócio.

“As discussões, apostas, ações que foram realizadas no decorrer deste ano, tudo viraram poeira ao vento, agora, o cenário mudou para os políticos, já que existem vagas tanto para o Senado da República, Tribunal de Contas e Vice-governador do Estado de Mato Grosso”.

De acordo com informações do “Aracuã” do Pantanal, o sonho de ser Senador da República de uns, viabiliza o sonho de outros serem Governador do Estado de Mato Grosso, assim, “uma mão lava a outra”, com uma exceção, que já é considerada “carta fora do baralho”, transformando a vaga de vice-governador para o próximo pleito, como a mais disputada na atualidade.

Por outro lado, mesmo com mais de uma dezena de candidatos, há quem diga que esta vaga já tem dono, que os “olhos azuis” são praticamente uma unanimidade, tanto dentro dos poderes, entre as lideranças, como também com a população, só resta saber quando vão anunciar o nome do candidato a vice-governador do Estado de Mato Grosso.

 

Foto: Michel Alvim – Secom MT

 

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Projeto garante remarcação e desistência de passagens sem multa

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O Projeto de Lei 569/26 assegura ao consumidor, em viagens dentro do Brasil, o direito de remarcar ou desistir de passagens de transporte aéreo, rodoviário, ferroviário e aquaviário sem cobrança de taxas, multas ou penalidades.

Pela proposta em análise na Câmara dos Deputados, a remarcação poderá ser feita até 24 horas antes do embarque. O consumidor terá que pagar apenas a eventual diferença entre a tarifa comprada e a disponível no momento da troca.

Reembolso
Apresentado pelo deputado Alencar Santana (PT-SP), o texto também garante ao passageiro o direito de desistir da viagem até 72 horas antes do embarque, com restituição integral do valor pago. O reembolso deverá ser feito em até sete dias.

“O objetivo é assegurar maior equilíbrio nas relações de consumo no transporte de passageiros, garantindo direitos mínimos de remarcação e de desistência sem a imposição de taxas ou de penalidades abusivas”, disse o parlamentar.

Regras para empresas
O projeto proíbe as empresas de impor cláusulas que:

  • restrinjam o direito de remarcação;
  • cobrem taxa ou multa dentro do prazo legal;
  • condicionem a troca da passagem à compra de serviços adicionais não pedidos pelo consumidor.

Válido para todas as tarifas
A proposta também determina que os direitos valerão para todas as modalidades de tarifa, inclusive promocionais, e para passagens compradas em programas de fidelidade ou com outros benefícios concedidos pelo transportador.

O texto prevê ainda que cláusulas contratuais, regulamentos ou práticas comerciais que limitem esses direitos serão nulos.

Em caso de descumprimento, o infrator ficará sujeito às sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor, como multa e até suspensão temporária de atividade.

Próximos passos
O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Da Reportagem/RM
Edição – Natalia Doederlein



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