VICE ESQUENTA

Vice de Kalil: Jayme dispara que assunto só será debatido em maio e desconversa de secretário ocupar vice na chapa

Nos bastidores já circulam alguns nomes que podem ocupar a posição, como o atual secretário de Educação de VG, profº Silvio Fidelis

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Foto Pedro França Agência Senado

Em Várzea Grande, assim como em Cuiabá, a temperatura sobre o tema da escolha de possíveis vices tanto lá como cá, continua esquentando em calor progressivo para tudo quanto é lado, devido a quantidade de opções ‘surgidas’. Como diz a galera jovem: ‘o fervo pegou’. E o senador Jayme Campos (União) disse que o nome do vice da possível chapa de reeleição do prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat (MDB), deve ser decidido apenas em maio.

Só que como se sabe, nos bastidores já circulam alguns nomes que podem ocupar a posição, como o atual secretário de Educação de Várzea Grande, Silvio Fidelis, que assinou sua carta de filiação ao União Brasil na manhã desta segunda-feira (1°).
Questionado se o gestor pode fazer parte da chapa, Jayme desconversou, dizendo que é cedo demais para bater o martelo sobre o tema.
“Uma pessoa que tem um belo prestígio, não só da educação várzea-grandense, mas sobretudo um belo currículo que poderá somar muito nessa construção do União Brasil no município de Várzea Grande. Eu não posso fazer nenhuma afirmativa [da possibilidade de vice], até porque esse é um assunto que está mais ou menos acordado que vamos discutir a partir de maio quem será o vice da chapa de Kalil Baracat”, disse.
A tendência é que o partido repita a dobradinha na cidade, com o União ficando com o cargo de vice-prefeito. Além de Sílvio, outros nomes da sigla também estão cotados para assumir a função, como o empresário Eduardo Campos, o Dudu, filho de Jayme Campos, e os vereadores Pedro Tolares, o Pedrinho, presidente da Câmara Municipal, Pablo Pereira e Rosy Prado.

 

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Medida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS

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O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos associativos irregulares.

O governo já havia editado uma MP com crédito de R$ 3,3 bilhões para esse pagamento em julho de 2025, após entendimento firmado com o Supremo Tribunal Federal (STF).

Depois disso, no entanto, a Corte decidiu que, nos casos em que segurados contestarem as respostas das entidades associativas, o pagamento deverá ser realizado mesmo que não sejam cumpridas etapas prévias previstas no acordo.

O STF também assegurou que a adesão ao acordo não impede o ajuizamento de ações judiciais contra a União e o INSS quando o pagamento não ocorrer administrativamente.

O prazo para a adesão ao ressarcimento administrativo acabou no dia 20 de junho de 2026.

Próximos passos
A MP 1378/26 tem validade imediata, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei.

O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado.

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira



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