PRESIDENTE BOLSONARO

Vereadores entregam moção de aplausos e título de cidadão cuiabano

O presidente da República esteve em Cuiabá na manhã desta quinta-feira (19).

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Ascom/Presidência da República
Um grupo de vereadores recepcionou o presidente da República, Jair Bolsonaro, na manhã desta quinta-feira (19.08), no aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande.
Na oportunidade, o presidente da Câmara, vereador Juca do Guaraná Filho, e os vereadores Kássio Coelho (Patriota) e Wilson Kero Kero (Podemos) entregaram a Bolsonaro título de cidadão de cuiabano e moção de aplausos pelos trabalhos que tem feito pelo país, principalmente a Cuiabá.
 
“Quero agradecer também o esforço dos vereadores Kássio e Wilson pela luta e persistência na aprovação deste título ao presidente. Bolsonaro, mesmo em meio a uma pandemia, vem realizando grandes trabalhos para o país. Ele merece nosso reconhecimento”, disse Juca.
 
“Para mim foi um privilégio representar os colegas desta Casa de Leis na recepção do presidente e dos ministros que também estiveram presentes na nossa Capital”, comentou Kássio Coelho autor da moção de aplausos ao presidente, ação teve apoio de Juca do Guaraná Filho.
“A entrega do título de cidadão cuiabano ao presidente é para reconhecer o trabalho que o presidente tem feito por Cuiabá, por Mato Grosso e pelo nosso Brasil”, destacou Wilson Kero Kero, autor da proposta que concede título de cidadão cuiabano a Bolsonaro.
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Medida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS

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O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos associativos irregulares.

O governo já havia editado uma MP com crédito de R$ 3,3 bilhões para esse pagamento em julho de 2025, após entendimento firmado com o Supremo Tribunal Federal (STF).

Depois disso, no entanto, a Corte decidiu que, nos casos em que segurados contestarem as respostas das entidades associativas, o pagamento deverá ser realizado mesmo que não sejam cumpridas etapas prévias previstas no acordo.

O STF também assegurou que a adesão ao acordo não impede o ajuizamento de ações judiciais contra a União e o INSS quando o pagamento não ocorrer administrativamente.

O prazo para a adesão ao ressarcimento administrativo acabou no dia 20 de junho de 2026.

Próximos passos
A MP 1378/26 tem validade imediata, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei.

O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado.

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira



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