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Várzea Grande fica entre as 50 cidades do Brasil que mais criam vagas de trabalho

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EM NÍVEL NACIONAL VÁRZEA GRANDE FICOU 34º LUGAR. EM NÍVEL DEMATO GROSSO A CIDADE FICOU EM TERCEIRO LUGAR ATRÁS DE RONDONÓPOLIS E SINOP.

Da Redação

Várzea Grande figurou entre os 50 Municípios do Brasil que criaram mais vagas de emprego no ano de 2017. Em relação a Mato Grosso, a cidade ficou em terceiro lugar, atrás apenas de Rondonópolis e Sinop, respectivamente 1º e 2º colocados.

Várzea grande criou 1.403 vagas de emprego, enquanto Rondonópolis criou 1.660 e Sinop, 1.519.

Para a prefeita de Várzea Grande, Lucimar Sacre de Campos, estes números demonstram que sua gestão está no caminho certo porque as obras geram emprego e renda e a parceria com o comércio e com a indústria tem permitido que todos enfrentem a crise econômica da melhor forma possível.

“Fico satisfeita e gratificada, porque sei que temos contribuído com esta estatística através das obras públicas realizadas por empreiteiras contratadas pela administração de Várzea Grande. Temos mais de 75 obras em andamento e vamos lançar mais um pacote nos próximos dias”, frisou a chefe do Poder Executivo sinalizando que sua gestão tem parceria com a indústria, com o comércio, com as empresas e isto engrandece e melhora a qualidade de vida da população e valoriza a cidade.

Lucimar Sacre de Campos reforçou sua determinação em melhorar a qualidade de vida das pessoas de Várzea Grande e valorizar a cidade, pois isto é atrativo para novos investidores.

“Constantemente temos recebido empresários interessados em investir em Várzea Grande, porque sabem que irão encontrar parceria junto ao Poder Público Municipal e temos dotado a cidade dos meios necessários para recepcionar novos investidores”, disse a prefeita ressaltando que a cidade caminha a passos largos para recuperar uma posição econômica de destaque a partir da implantação do Parque Tecnológico.

Segundo a prefeita, o Parque Tecnológico permitirá que seja agregado conhecimento científico de entidades de ensino superior para atender a demanda do mercado.

“Nós não temos um vasto território rural para agregarmos os valores do agronegócio a economia de Várzea Grande como acontece na maioria das cidades de Mato Grosso, mas a partir do Parque Tecnológico teremos meios de implementar melhorias ao setor produtivo, pois a ideia é usar o conhecimento científico para criar equipamentos que atendam a demanda dos produtores”, explicou Lucimar Sacre de Campos.

O secretário de Desenvolvimento Econômico de Várzea Grande, Kalil Baracat sinalizou que os resultados na criação de vagas de empregos em Várzea Grande, colocada entre os 50 maiores municípios do Brasil é fruto do trabalho que começou a ser desenvolvido em 2015 quando a prefeita Lucimar Sacre de Campos assumiu a administração municipal.

“As obras públicas geram emprego e renda, mas também estimulam o comércio e a indústria a investirem e acreditarem que com parcerias conseguiremos enfrentar o quadro econômico difícil pelo que passa o Brasil”, disse Kalil Baracat, apontando que decisões traçadas com planejamento, com boa vontade e determinação resultam em pontos positivos para a cidade e para a população.  

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Blairo e Eraí Maggi articulam nome de Avalone para vaga no TCE-MT

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A disputa por uma possível vaga no Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT) ganhou novos atores nos bastidores políticos. Os empresários do agronegócio Blairo Maggi e Eraí Maggi teriam entrado nas articulações para apoiar o deputado estadual Carlos Avalone (PSDB) na disputa por uma cadeira na Corte.

A movimentação ocorre em meio às conversas sobre uma possível aposentadoria de um dos conselheiros do Tribunal. Além de Avalone, os deputados Dilmar Dal Bosco e Eduardo Botelho também são citados entre os nomes interessados na vaga, cuja indicação cabe à Assembleia Legislativa.

De acordo com as informações divulgadas, a intenção dos empresários seria fortalecer o nome de Avalone para ocupar a cadeira caso ela seja aberta. O deputado foi reeleito neste ano e, se escolhido pelo Legislativo, ainda precisaria passar pelos procedimentos de aprovação e nomeação para assumir o cargo.

Uma eventual saída de Avalone da Assembleia provocaria mudanças na composição da bancada do PSDB. Nesse cenário, quem poderia retornar ao Parlamento seria Juca do Guaraná, primeiro suplente da legenda nas eleições deste ano.

A articulação atribuída aos Maggi acrescenta mais um grupo de influência à disputa, que também envolve interesses relacionados à permanência de outros parlamentares na Assembleia. Aliados de Júlio Campos, por exemplo, defendem a indicação de Dilmar Dal Bosco ao TCE-MT, o que abriria caminho para o retorno de Júlio ao Legislativo como suplente.

Apesar das movimentações, ainda não há confirmação de que a vaga será aberta nem de que algum dos nomes citados será escolhido. As conversas permanecem no campo das articulações políticas, enquanto a definição depende dos próximos desdobramentos no Tribunal de Contas e na Assembleia Legislativa.



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