Operação

Susana Palma, ex-diretora da Unimed, é uma das presas por fraude milionária em plano de Saúde

A médica que atuou na gestão da cooperativa foi apontado como responsável pelo prejuízo de R$ 400 milhões.

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Foto: Reprodução/YouTube

A médica Suzana Palma atuou na gestão da Unimed Cuiabá durante o período em que ocorreu o rombo de R$ 400 milhões. Ela foi presa pela Polícia Federal como parte de uma operação que investiga um esquema de fraude na cooperativa de saúde ¹ ².

Segundo as investigações, o rombo foi descoberto em 2022, após uma revisão realizada por uma auditoria independente contratada pela atual gestão da Unimed Cuiabá ¹. A contadora que trabalhava na época também foi investigada, mas o Conselho Regional de Contabilidade de Mato Grosso decidiu arquivar a representação disciplinar movida contra ela pelo ex-presidente da Unimed Cuiabá ².

A operação, chamada “Bilanz”, visa desmantelar uma organização criminosa suspeita de lavagem de dinheiro, estelionato e falsidade ideológica ¹. Além de Suzana Palma, outros ex-gestores e colaboradores da Unimed também foram presos.

É importante notar que a Unimed é uma cooperativa médica que faz parte da história do cooperativismo no Brasil, e é responsável pela movimentação e desenvolvimento de diversos ramos da economia do país ³. No entanto, casos como esse demonstram a importância de uma gestão transparente e ética nas cooperativas.

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Prefeitura esclarece que não houve corte de recursos para famílias atípicas em Várzea Grande

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A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, esclarece que não houve corte de recursos destinados às pessoas autistas e suas famílias. O assunto foi discutido durante reunião realizada na última quarta-feira (21.10), com a participação da prefeita, de secretários municipais de diferentes pastas e de mães de pessoas autistas, para esclarecer dúvidas sobre o orçamento e os serviços oferecidos pelo município.

Durante o encontro, a secretária municipal de Assistência Social, Taynara Morais, explicou que o reordenamento orçamentário ocorreu após a Câmara Municipal não aprovar a proposta de reestruturação administrativa, que previa a criação de um setor específico para desenvolver políticas públicas voltadas aos direitos humanos e às pessoas com deficiência.

“O que tínhamos era uma previsão no orçamento para uma estrutura que não foi criada, porque o projeto não foi aprovado pela Câmara Municipal”, explicou a secretária.

A gestora destacou que o orçamento é um instrumento de planejamento e não significa, necessariamente, que os recursos estejam disponíveis em caixa. Com a não aprovação da proposta, foi necessário reorganizar a previsão orçamentária, incluindo ajustes no planejamento das ações voltadas à população idosa.

A secretária também esclareceu que os recursos do Fundo Municipal da Pessoa Idosa possuem destinação específica e não se confundem com o orçamento geral da Secretaria Municipal de Assistência Social.

Ela reforçou que as famílias atípicas continuarão sendo atendidas pelos serviços já oferecidos pela Prefeitura e que o reordenamento orçamentário não representa a suspensão dos atendimentos nem o corte da assistência prestada à população.

A Prefeitura de Várzea Grande reforça a importância do diálogo com as famílias e do esclarecimento de informações sobre o orçamento municipal, garantindo transparência nas decisões administrativas e a continuidade dos atendimentos realizados pela rede de assistência social.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



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