RESGATE CULTURAL

Secretários aprovam ato para retomada de obra do anfiteatro do IFMT

Os secretários municipais representaram o prefeito Emanuel Pinheiro, no ato realizado nesta segunda- feira (2), que marca o retorno da obra do anfiteatro Hélio de Souza Vieira

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Para o secretário de Governo, Luiz Cláudio, essa obra, que está paralisada há mais de 10 anos, irá fortalecer a cultura cuiabana e reforçar a parceria do IFMT com a Prefeitura de Cuiabá.  “A Prefeitura não pode ser uma instituição atrapalhadora, mas sim incentivadora. Hoje, a Secretaria  de Meio Ambiente entrega certidão que autoriza obra do anfiteatro que valoriza a cultura. Como valorizar o passado? Valorizando a cultura, e a gestão Emanuel  é isso: valoriza  a cultura e as instituições de ensino”, comentou.

O diretor-geral do campus Cuiabá, Alceu Aparecido Cardoso, agradeceu a bancada federal, em especial, o deputado federal, Emanuel Pinheiro Neto. “O tempo que se aguarda por essa obra, a classe artística reivindica muito esse espaço.  Essa obra é  um sonho de todos da IFMT e de toda a população cuiabana. É um espaço de cultura, de discussões políticas de ensino. A realização desta obra teve participação do deputado Emanuel Pinheiro Neto  e dos  demais da bancada federal”, disse Alceu. 
O reitor da instituição, o professor Julio César dos Santos destaca que o momento  é  significativo para nossos estudantes e servidores. ” É mais importante para a sociedade cuiabana. É um espaço do que é produzido aqui na instituição, pelas artísticas locais. Houve um esforço da economia da boa gestão para que pudéssemos concluir essa obra”, disse o reitor geral. 
Representando o deputado federal, Emanuel Pinheiro Neto, a adjunta de Direitos Humanos e professora do IFMT – campus Coronel Octayde Jorge da Silva, Christiany Fonseca, lembra que,somente em emenda parlamentar foi destinado R$ 2.2 milhões para a instituição. “O parlamentar  coloca o gabinete do deputado à disposição do IFMT. Ele [Emanuel]  já destinou R$2.2 milhões para a instituição investir na reestruturação. E esse diálogo com os parlamentares é fundamental para avançarmos dentro da nossa instituição e é fundamental para que recursos venham para nossa instituição e melhorar  e levar educação  pública e de qualidade  a todos”, concluiu. 
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Projeto garante remarcação e desistência de passagens sem multa

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O Projeto de Lei 569/26 assegura ao consumidor, em viagens dentro do Brasil, o direito de remarcar ou desistir de passagens de transporte aéreo, rodoviário, ferroviário e aquaviário sem cobrança de taxas, multas ou penalidades.

Pela proposta em análise na Câmara dos Deputados, a remarcação poderá ser feita até 24 horas antes do embarque. O consumidor terá que pagar apenas a eventual diferença entre a tarifa comprada e a disponível no momento da troca.

Reembolso
Apresentado pelo deputado Alencar Santana (PT-SP), o texto também garante ao passageiro o direito de desistir da viagem até 72 horas antes do embarque, com restituição integral do valor pago. O reembolso deverá ser feito em até sete dias.

“O objetivo é assegurar maior equilíbrio nas relações de consumo no transporte de passageiros, garantindo direitos mínimos de remarcação e de desistência sem a imposição de taxas ou de penalidades abusivas”, disse o parlamentar.

Regras para empresas
O projeto proíbe as empresas de impor cláusulas que:

  • restrinjam o direito de remarcação;
  • cobrem taxa ou multa dentro do prazo legal;
  • condicionem a troca da passagem à compra de serviços adicionais não pedidos pelo consumidor.

Válido para todas as tarifas
A proposta também determina que os direitos valerão para todas as modalidades de tarifa, inclusive promocionais, e para passagens compradas em programas de fidelidade ou com outros benefícios concedidos pelo transportador.

O texto prevê ainda que cláusulas contratuais, regulamentos ou práticas comerciais que limitem esses direitos serão nulos.

Em caso de descumprimento, o infrator ficará sujeito às sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor, como multa e até suspensão temporária de atividade.

Próximos passos
O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Da Reportagem/RM
Edição – Natalia Doederlein



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