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Ricardo Salles se desculpa com Ramos e fala em “excesso”

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Da Redação

Ricardo Salles, ministro do Meio Ambiente, disse que pediu desculpas ao ministro Luiz Eduardo Ramos, da Secretaria do Governo. Em uma rede social, Salles disse se desculpou pelo “excesso”.

Na última semana, Salles falou que Ramos, que é o atual responsável pela articulação política do governo, deveria parar de adotar uma postura de “maria fofoca”. O ministro atribuiu a Ramos a origem de uma notícia que dizia que ele, Salles, “estica a corda” com a ala militar ao reclamar da falta de recursos do Ibama.

“Ministro Luiz Ramos, não estiquei a corda com ninguém. Tenho enorme respeito e apreço pela instituição militar. Atuo da forma que entendo correto. Chega dessa postura de #mariafofoca”, escreveu Salles em rede social.

No início da tarde deste domingo, o ministro do Meio Ambiente recuou: “Conversei com o ministro Ramos, apresentei minhas desculpas pelo excesso e colocamos um ponto final nisso. Estamos juntos no governo, pelo Pres. Bolsonaro e pelo Brasil. Bom domingo a todos”, escreveu Ricardo Salles neste domingo.

Na manhã deste domingo durante um passeio de moto com o presidente Jair Bolsonaro, Ramos disse que não há atrito com o colega. Rapaz, não tem briga nenhuma. Tem uma definição: briga é quando [tem] duas pessoas”, falou.

Nas redes sociais após o pedido de desculpas, Ramos disse que “intrigas não resolvem nada”. “Uma boa conversa apazigua as diferenças. Intrigas não resolvem nada, muito menos quando envolvem questões relacionadas ao País. Eu e o Ricardo Salles prosseguimos juntos em nome do nosso Presidente Jair Bolsonaro e em prol do Brasil”, afirmou o ministro Luiz Eduardo Ramos.

Fonte: https://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/ricardo-salles-se-desculpa-com-ramos-e-fala-em-%e2%80%9cexcesso%e2%80%9d/ar-BB1anl2h
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Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT

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O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.

A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.

A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.

Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.

A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.

A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.

O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.

Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.



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