Eleição da Mesa

Presidência  da Câmara: Chico 2000 diz que não vota em vereador de primeiro mandato e declara  quem ele apoia.

O atual chefe do Legislativo destacou que sua decisão é baseada em experiências passadas

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Política

Foto: Secom Câmara

O vereador Chico 2000 (PL), atual presdiente da câmara de Cuiabá  anunciou seu apoio ao vereador Jeferson Siqueira (PSD) para a presidência da Casa de Leis, enfatizando que não vota em vereadores de primeiro mandato na disputa pela Mesa Diretora.

 A concorrente de Jeferson é a vereadora eleita Paula Calil (PL).

Chico 2000 justificou sua escolha destacando que não possui nada contra a vereadora Paula Calil, mas que sua decisão se baseia na inexperiência parlamentar dela.

Segundo Chico, a Câmara de Cuiabá já teve quatro gestões comandadas por novatos e, em sua visão, essas administrações não foram bem sucedidas. Ele destacou que sua decisão é baseada em experiências passadas e não em desmerecimento pessoal à vereadora Paula.

 No entanto, ele revelou que “foi inviabilizado” por articulações políticas que impediram sua candidatura à reeleição.

 

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Medida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS

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O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos associativos irregulares.

O governo já havia editado uma MP com crédito de R$ 3,3 bilhões para esse pagamento em julho de 2025, após entendimento firmado com o Supremo Tribunal Federal (STF).

Depois disso, no entanto, a Corte decidiu que, nos casos em que segurados contestarem as respostas das entidades associativas, o pagamento deverá ser realizado mesmo que não sejam cumpridas etapas prévias previstas no acordo.

O STF também assegurou que a adesão ao acordo não impede o ajuizamento de ações judiciais contra a União e o INSS quando o pagamento não ocorrer administrativamente.

O prazo para a adesão ao ressarcimento administrativo acabou no dia 20 de junho de 2026.

Próximos passos
A MP 1378/26 tem validade imediata, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei.

O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado.

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira



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