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Prefeitura de Rondonópolis vai investir R$ 7 mi em leitos/UTIs e materiais hospitalares no enfrentamento ao coronavírus

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Da Redação

Com  um investimento estimado de R$ 7 milhões, a Prefeitura de Rondonópolis determinou a compra de 90 itens de materiais hospitalares, bem como a instalação rápida de novos leitos hospitalares/UTIs, destinados ao enfrentamento da emergência de Saúde Pública decorrente no coronavírus (Covid-19), com objetivo de reforçar a assistência contra o novo coronavírus.

“O investimento estimado de R$ 7 milhões são oriundos de recursos próprios da Prefeitura de Rondonópolis”.  

Dentre os equipamentos e materiais que serão adquiridos estão ventiladores pulmonares, eletrocardiografos, máquinas de ultrassom, aspirador de secreção, desfibriladores, detector automático, ventilômetros, monitores multiparâmetro, camas hospitalares, máscaras, luvas, entre outros. A medida segue uma orientação do Ministério da Saúde.  

ORGANIZAÇÃO  

Adotando medidas para reforçar a assistência no enfrentamento ao coronavírus, a Secretaria Municipal de Saúde informa que a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e o antigo PAzinho, no Jardim Santa Marta, serão exclusivos para tratamento de pacientes de coronavírus.   

O atendimento infantil passa a ser realizado no Hospital da Criança “Wilma Bohac Francisco”. 

O atendimento clínico passa a ser realizado no hospital municipal, recém adquirido pelo município, localizado na Avenida Lions Internacional, Vila Aurora, antigo Hotel Lions e na policlínica central.  

URGÊNCIA
Todavia, é preciso ressaltar que todas estas ações anunciadas; em situação normal, demandariam algum tempo para serem executadas; mas, dadas as circunstâncias urgentes e emergenciais no momento, elas serão levadas a efeito de imediato, já a partir desta segunda-feira (23).

A Prefeitura Municipal vai se utilizar de todos os mecanismos legais respaldados nas diretrizes do Ministério da Saúde, para viabilizar nos próximos dias, e em regime de “urgência urgentíssima”, para que todas elas estejam concluídas e à disposição para atendimento imediato para a população o quanto antes.

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Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT

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O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.

A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.

A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.

Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.

A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.

A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.

O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.

Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.



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