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Prefeitura de Leverger recupera estradas nas comunidades pantaneiras

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Da Redação.

A Prefeitura de Santo Antônio de Leverger, atendendo as reivindicações do vereador Rômulo Queiroz (PV) realizou nos últimos dias, obras de recuperação nas estradas das comunidades que ficam no pantanal.

Rominho como o vereador é popularmente conhecido, é um dos principais representantes das comunidades que existem na região do pantanal, que fazem parte do município de Santo Antônio de Leverger.

“Água Branca, Quilombo e Morrinho são as comunidades que foram atendidas nesta primeira frente de trabalho”.

Foto: Júlio Rocha/Prefeitura Leverger

Natural de Mimoso, Rominho sempre apresenta das demandas da população que vive naquelas comunidades.

“Sou de Mimoso, todos sabem disso, ando por toda esta região, sempre conversando com as pessoas, assim consigo saber diretamente das necessidades da nossa gente”, disse Rominho.

O vereador ainda agradeceu o emprenho que a Prefeitura de Santo Antônio de Leverger teve na realização dos trabalhos, através de Secretaria de Obras.

“É um conjunto de trabalho, o vereador com as demandas, e o prefeito Valdir Castro Filho juntamente com o secretário de obras, Isaias Júnior atendendo as necessidades dos moradores, assim proporcionamos melhores condições de vidas para quem mora na zona rural do nosso município”, explicou Rominho.

Valdirzinho disse que a Prefeitura de Leverger desenvolvo o Programa Leverger em Ação, como frentes de trabalho para atender diretamente as reivindicações da população, de forma que seja com eficiência e rapidez.

“O Programa Leverger em Ação atua de várias formas, de acordo com a demanda da população, que vai desde vacinação, doação de alimentos até nas recuperações de estradas, escolas e unidade básicas de saúde, estamos fazendo a nossa parte, mesmo neste período de dificuldades”, ressaltou Valdirzinho.

Foto: Júlio Rocha/Prefeitura Leverger.

 

 

 

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Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT

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O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.

A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.

A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.

Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.

A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.

A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.

O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.

Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.



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