Distribuição de marmitas proibidas

Prefeito de Cuiabá anuncia fim de distribuição de marmitas às pessoas em situação de rua

A medida deve começare a valer em dois meses, com o fim doontrato com a empresa que fornece as marmitas, contrato este firmado na gestão anterior, do ex-prefeito Emanuel Pinheiro (MDB).

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Créditos: Vicente Aquino

O prefeito Abilio Brunini (PL)   afirmou hoje (17)  que vai acabar com a distribuição de marmitas às pessoas em situação de rua em Cuiabá. A declaração foi feita durante visita à rotatória do Alvorada, próximo à Rodoviária, e Beco do Candeeiro, locais onde há maior concentração de moradores de rua na capital.

 Abílio afirmou durante conversa  com alguns jornalistas  que também irá proibir que instituições religiosas, associações e voluntários façam doações de marmitas. A medida deve começar a valer em dois meses, quando acabar o contrato de fornecimento de marmitas firmado pela gestão do ex-prefeito Emanuel Pinheiro (MDB).

“Não quero mais continuar com esse programa de entregar marmita nas ruas e não quero nem que a sociedade faça mais isso. Quero orientar a sociedade, as entidades religiosas, as associações, não entregue marmitas nas ruas”, disse. 

Abilio afirmou que irá restabelecer os locais de fornecimento de refeições à população vulnerável, como o Restaurante Popular e o Centro de Apoio, que ainda será desenvolvido. Segundo o prefeito, os moradores de rua ainda terão alimentação garantida nesses locais, mas precisarão ir até lá se alimentar. Conforme Abílio, a distribuição de marmitas contribui para que “as pessoas continuem nas ruas”.

“Não queremos mais que isso continue, porque todo tipo de facilitação para que essas pessoas continuem nas ruas, prejudica todas as ações de tirá-las de lá. Porque, ao mesmo tempo em que lutamos para que ela faça tratamento e busque cuidados, tem pessoas facilitando a situação para que elas permanecem aqui”, comentou. 

O prefeito também garantiu que dará suporte à população de rua. Segundo ele, essas pessoas deverão procurar o prédio da Assistência Social, localizado na Avenida das Torres, para conseguirem ajuda.

 

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Projeto garante remarcação e desistência de passagens sem multa

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O Projeto de Lei 569/26 assegura ao consumidor, em viagens dentro do Brasil, o direito de remarcar ou desistir de passagens de transporte aéreo, rodoviário, ferroviário e aquaviário sem cobrança de taxas, multas ou penalidades.

Pela proposta em análise na Câmara dos Deputados, a remarcação poderá ser feita até 24 horas antes do embarque. O consumidor terá que pagar apenas a eventual diferença entre a tarifa comprada e a disponível no momento da troca.

Reembolso
Apresentado pelo deputado Alencar Santana (PT-SP), o texto também garante ao passageiro o direito de desistir da viagem até 72 horas antes do embarque, com restituição integral do valor pago. O reembolso deverá ser feito em até sete dias.

“O objetivo é assegurar maior equilíbrio nas relações de consumo no transporte de passageiros, garantindo direitos mínimos de remarcação e de desistência sem a imposição de taxas ou de penalidades abusivas”, disse o parlamentar.

Regras para empresas
O projeto proíbe as empresas de impor cláusulas que:

  • restrinjam o direito de remarcação;
  • cobrem taxa ou multa dentro do prazo legal;
  • condicionem a troca da passagem à compra de serviços adicionais não pedidos pelo consumidor.

Válido para todas as tarifas
A proposta também determina que os direitos valerão para todas as modalidades de tarifa, inclusive promocionais, e para passagens compradas em programas de fidelidade ou com outros benefícios concedidos pelo transportador.

O texto prevê ainda que cláusulas contratuais, regulamentos ou práticas comerciais que limitem esses direitos serão nulos.

Em caso de descumprimento, o infrator ficará sujeito às sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor, como multa e até suspensão temporária de atividade.

Próximos passos
O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Da Reportagem/RM
Edição – Natalia Doederlein



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