Prostituição

Prefeito de Abilio Brunini ameaça fechar “prostíbulos” na capital  caso não cumpram normas legais

Ele também adiantou que, se necessário, outras ações de fiscalização serão realizadas.

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Política

Foto: Luiz Alves / Prefeitura de Cuiabá

 

 

Após a fiscalização que resultou no fechamento de quatro bares na Orla do Porto, em Cuiabá, por indícios de prostituição, o prefeito Abílio Brunini (PL) afirmou que as ações de fiscalização continuarão e que, se necessário, outros estabelecimentos serão fechados, incluindo a boate Crystal Night Club, uma das casas noturnas mais conhecidas da capital, que atende em sua maioria um público de “alto padrão”.

Em entrevista , Abílio declarou que qualquer atividade dentro do perímetro urbano precisa estar de acordo com as leis do município.

Caso os estabelecimentos não cumpram as normas, ele enviará à Câmara Municipal uma proposta para permitir a operação dessas casas fora do perímetro urbano.

.Abílio reforçou a necessidade de que as atividades de prostituição sejam regulamentadas e permitidas em locais adequados, fora de áreas residenciais ou comerciais, de forma a atender a demanda sem infringir as leis municipais.

 

 

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Projeto garante remarcação e desistência de passagens sem multa

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O Projeto de Lei 569/26 assegura ao consumidor, em viagens dentro do Brasil, o direito de remarcar ou desistir de passagens de transporte aéreo, rodoviário, ferroviário e aquaviário sem cobrança de taxas, multas ou penalidades.

Pela proposta em análise na Câmara dos Deputados, a remarcação poderá ser feita até 24 horas antes do embarque. O consumidor terá que pagar apenas a eventual diferença entre a tarifa comprada e a disponível no momento da troca.

Reembolso
Apresentado pelo deputado Alencar Santana (PT-SP), o texto também garante ao passageiro o direito de desistir da viagem até 72 horas antes do embarque, com restituição integral do valor pago. O reembolso deverá ser feito em até sete dias.

“O objetivo é assegurar maior equilíbrio nas relações de consumo no transporte de passageiros, garantindo direitos mínimos de remarcação e de desistência sem a imposição de taxas ou de penalidades abusivas”, disse o parlamentar.

Regras para empresas
O projeto proíbe as empresas de impor cláusulas que:

  • restrinjam o direito de remarcação;
  • cobrem taxa ou multa dentro do prazo legal;
  • condicionem a troca da passagem à compra de serviços adicionais não pedidos pelo consumidor.

Válido para todas as tarifas
A proposta também determina que os direitos valerão para todas as modalidades de tarifa, inclusive promocionais, e para passagens compradas em programas de fidelidade ou com outros benefícios concedidos pelo transportador.

O texto prevê ainda que cláusulas contratuais, regulamentos ou práticas comerciais que limitem esses direitos serão nulos.

Em caso de descumprimento, o infrator ficará sujeito às sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor, como multa e até suspensão temporária de atividade.

Próximos passos
O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Da Reportagem/RM
Edição – Natalia Doederlein



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