MAL-ESTAR REPENTINO

Prefeito cuiabano passa mal ao visitar Chapada dos Guimarães; atendimento emergencial foi na UPA

Bem-humorado, Abilio informou nas redes sociais que sofreu apenas um mal-estar qualquer, talvez decorrente do cansaço, estresse, visto que tem trabalhado muito nos últimos dias.

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Nesse domingo (26), quando estava visitando Chapada dos Guimarães [50 km da capital), o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), evidenciou mal-estar repentino, quadro que logo evoluiu para um quase desmaio e consequente queda da pressão arterial. A princípio, houve desconfiança de que pudesse estar sofrendo infarto ou AVC – Acidente Vascular Cerebral, julgando-se pelos sintomas inicialmente apresentados. A pressão baixa descartou tal hipótese.

Removido rapidamente para uma UPA – Unidade de Pronto Atendimento local de Chapada, o quadro de saúde do prefeito foi restabelecido pelos plantonistas, que recomendaram que ele se submetesse a exames mais apurados para detectar a origem real dos sintomas externados.

Os médicos ainda constataram que não havia indícios de complicações mais graves no paciente, com a pressão arterial sendo normalizada. Brunini permaneceu por quase uma hora sob observação, antes de receber alta e novamente ser alertado para realizar os exames assinalados.

Bem-humorado, Abilio informou nas redes sociais que sofreu apenas um mal-estar qualquer, talvez decorrente do cansaço, estresse, visto que tem trabalhado muito nos últimos dias. Mas informou que está sendo acompanhado por médicos, profissionais qualificados e atentos a qualquer anomalia que possa vir a apresentar. 

“Estou ótimo, gente, pronto para trabalhar. Conforme os médicos avaliaram, foi apenas um mal-estar repentino, sem implicações preocupantes. No entanto, não estou me descuidando, e farei todos os exames solicitados nos próximos dias para minha maior segurança. Afinal, tenho quatro anos pela frente para trabalhar por Cuiabá, e para tanto preciso estar municiado não somente de muita disposição, mas também de saúde de ferro.  É o nosso principal tesouro particular”.

 

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Projeto garante remarcação e desistência de passagens sem multa

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O Projeto de Lei 569/26 assegura ao consumidor, em viagens dentro do Brasil, o direito de remarcar ou desistir de passagens de transporte aéreo, rodoviário, ferroviário e aquaviário sem cobrança de taxas, multas ou penalidades.

Pela proposta em análise na Câmara dos Deputados, a remarcação poderá ser feita até 24 horas antes do embarque. O consumidor terá que pagar apenas a eventual diferença entre a tarifa comprada e a disponível no momento da troca.

Reembolso
Apresentado pelo deputado Alencar Santana (PT-SP), o texto também garante ao passageiro o direito de desistir da viagem até 72 horas antes do embarque, com restituição integral do valor pago. O reembolso deverá ser feito em até sete dias.

“O objetivo é assegurar maior equilíbrio nas relações de consumo no transporte de passageiros, garantindo direitos mínimos de remarcação e de desistência sem a imposição de taxas ou de penalidades abusivas”, disse o parlamentar.

Regras para empresas
O projeto proíbe as empresas de impor cláusulas que:

  • restrinjam o direito de remarcação;
  • cobrem taxa ou multa dentro do prazo legal;
  • condicionem a troca da passagem à compra de serviços adicionais não pedidos pelo consumidor.

Válido para todas as tarifas
A proposta também determina que os direitos valerão para todas as modalidades de tarifa, inclusive promocionais, e para passagens compradas em programas de fidelidade ou com outros benefícios concedidos pelo transportador.

O texto prevê ainda que cláusulas contratuais, regulamentos ou práticas comerciais que limitem esses direitos serão nulos.

Em caso de descumprimento, o infrator ficará sujeito às sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor, como multa e até suspensão temporária de atividade.

Próximos passos
O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Da Reportagem/RM
Edição – Natalia Doederlein



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