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Pré-candidatos querem a neutralidade de Bolsonaro nas eleições para o Senado

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Da Redação

O apoio do presidente da República Jair Bolsonaro (Sem partido) está sendo uma preocupação para os possíveis candidatos as Eleições Suplementares para o Senado Federal, que irá ocorrer no próximo dia 26 de abril. Mesmo apresentando um leve declínio quanto a sua aprovação pelos eleitores, Bolsonaro é peça chave para eleger o candidato que deve ocupar a vaga deixada pela ex-juíza Selma Arruda (PODE), está que foi eleita em Mato Grosso com recordes de votos e surfou na ‘onda bolsonarista’ para se eleger.

De acordo com o site O Antagonista, alguns pré-candidatos a vaga pediram publicamente que Bolsonaro permaneça neutro durante a campanha. Um dos pré-candidatos que pediu a neutralidade do presidente foi Júlio Campos (DEM) que afirmou que a neutralidade de Bolsonaro evitaria um desgaste desnecessário. “Nós queremos apenas a neutralidade do presidente Bolsonaro, para que ele evite um desgaste desnecessário. Esse é o nosso entendimento e por isso conversamos com algumas pessoas do núcleo do governo”, disse Júlio Campos.

Além de Júlio Campos, outros dois pré-candidatos também manifestaram a favor da neutralidade do presidente, Carlos Fávaro (PSD) e Nilson Leitão também defenderam a possibilidade.

 

 

Foto: Alan Santos/Planalto

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Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT

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O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.

A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.

A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.

Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.

A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.

A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.

O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.

Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.



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