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PIVETTA PROPÕE REFORMA EDUCACIONAL VISANDO O MELHOR SALÁRIO PARA PROFESSORES NO PAÍS

Ele afirmou que a meta é garantir que, nos próximos cinco a oito anos, os professores tenham um dos melhores salários do Brasil

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Política

Foto: Mayke Toscano/Secom-MT

Otaviano Pivetta, vice-governador de Mato Grosso, apresentou um plano audacioso para transformar a educação no Estado, com foco na valorização dos professores e na modernização da infraestrutura escolar. Ele afirmou que a meta é garantir que, nos próximos cinco a oito anos, os professores tenham um dos melhores salários do Brasil, por meio de uma reforma no plano de carreira.

 “Estamos pensando e planejando para que nossos professores possam perseguir o melhor salário do Brasil”, afirmou.

O governo também está implementando um novo modelo de ensino em Cuiabá e Várzea Grande, por meio da criação dos colégios estaduais integrados. A primeira unidade já foi inaugurada, e outras quatro serão entregues ainda este ano.

Essas escolas têm o objetivo de elevar o padrão da educação pública, deixando as melhorias como um legado para a população. Pivetta ressaltou que os avanços na educação são irreversíveis.

“As conquistas se tornam patrimônio público, e o povo não aceita retrocessos. Prefeitos que não avançam são mal avaliados, e quem retrocede é rejeitado pela sociedade”, enfatizou.

Pivetta também citou Lucas do Rio Verde, onde foi prefeito por três mandatos, como um modelo de sucesso na educação, com escolas entre as melhores do Estado no IDEB. Para ele, transformar a educação requer tempo e persistência.

 “Educação não se faz em um ou dois mandatos. É um processo que exige determinação e resistência às pressões do corporativismo que tentam puxar para trás”, declarou.

O governo de Mato Grosso busca consolidar um sistema educacional exemplar, com foco em resultados de longo prazo, capaz de inspirar mudanças no país.

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Projeto garante remarcação e desistência de passagens sem multa

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O Projeto de Lei 569/26 assegura ao consumidor, em viagens dentro do Brasil, o direito de remarcar ou desistir de passagens de transporte aéreo, rodoviário, ferroviário e aquaviário sem cobrança de taxas, multas ou penalidades.

Pela proposta em análise na Câmara dos Deputados, a remarcação poderá ser feita até 24 horas antes do embarque. O consumidor terá que pagar apenas a eventual diferença entre a tarifa comprada e a disponível no momento da troca.

Reembolso
Apresentado pelo deputado Alencar Santana (PT-SP), o texto também garante ao passageiro o direito de desistir da viagem até 72 horas antes do embarque, com restituição integral do valor pago. O reembolso deverá ser feito em até sete dias.

“O objetivo é assegurar maior equilíbrio nas relações de consumo no transporte de passageiros, garantindo direitos mínimos de remarcação e de desistência sem a imposição de taxas ou de penalidades abusivas”, disse o parlamentar.

Regras para empresas
O projeto proíbe as empresas de impor cláusulas que:

  • restrinjam o direito de remarcação;
  • cobrem taxa ou multa dentro do prazo legal;
  • condicionem a troca da passagem à compra de serviços adicionais não pedidos pelo consumidor.

Válido para todas as tarifas
A proposta também determina que os direitos valerão para todas as modalidades de tarifa, inclusive promocionais, e para passagens compradas em programas de fidelidade ou com outros benefícios concedidos pelo transportador.

O texto prevê ainda que cláusulas contratuais, regulamentos ou práticas comerciais que limitem esses direitos serão nulos.

Em caso de descumprimento, o infrator ficará sujeito às sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor, como multa e até suspensão temporária de atividade.

Próximos passos
O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Da Reportagem/RM
Edição – Natalia Doederlein



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