Eleições 2024

PESQUISA INDICA SEGUNDO TURNO ENTRE BOTELHO E ABÍLIO NA ELEIÇÃO DE CUIABÁ

O levantamento mostra que nenhum dos quatro candidatos à Prefeitura conseguiu votos suficientes para vencer no primeiro turno

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Política

Foto: Reprodução/omatogrosso.com

Segundo pesquisa do Instituto Mais, divulgada neste sábado (05), indica que a eleição para a Prefeitura de Cuiabá será decidida em segundo turno entre Eduardo Botelho (União) e Abílio Brunini (PL). O levantamento mostra que nenhum dos quatro candidatos à Prefeitura conseguiu votos suficientes para vencer no primeiro turno.

Na pesquisa estimulada, o candidato Eduardo Botelho lidera com 37% das intenções de voto (equivalente a 44,8% dos votos válidos). Já Abílio Brunini vem em segundo, com 23% (27,9% dos votos válidos). Lúdio Cabral, do PT, registra 18,6% (22,5% dos votos válidos), enquanto Domingos Kennedy, do MDB, aparece com 3,9% (4,8% dos votos válidos). Votos brancos e nulos somam 3,1%, e 14,4% dos eleitores ainda se declaram indecisos.

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A pesquisa indica que o eleitorado está praticamente decidido em relação ao voto, já que os percentuais na modalidade espontânea são muito próximos aos da estimulada. Eduardo Botelho lidera com 35,8% das intenções de voto, seguido por Abílio, com 22,1%. Lúdio Cabral aparece com 17,9% e Domingos Kennedy com 3,5%. Votos brancos e nulos somam 2,4%, enquanto 18,3% dos eleitores ainda se declaram indecisos.

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A pesquisa do Instituto Mais está registrada no TSE sob o número MT-02788/2024. O levantamento foi realizado entre os dias 2 e 3 de outubro, com 800 entrevistas presenciais e domiciliares, envolvendo eleitores de 16 anos ou mais em Cuiabá. A margem de erro é de 3,46 pontos percentuais, para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%.

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Projeto exige audiência antes da soltura de agressor de mulher

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O Projeto de Lei 1922/26, da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), altera a Lei Maria da Penha para prever que agressores de mulheres participem de uma audiência antes de serem colocados em liberdade após a revogação da prisão preventiva ou a concessão de liberdade provisória.

O texto está em análise na Câmara dos Deputados.

A audiência, que será realizada em até 24 horas da expedição do alvará de soltura, também servirá para reforçar as medidas protetivas em vigor e poderá encaminhar o agressor a programas de recuperação e reeducação.

Laura Carneiro afirma que a proposta busca ampliar a proteção das mulheres vítimas de violência doméstica e familiar, reforçando o cumprimento das medidas protetivas quando o agressor deixa a prisão.

Segundo a deputada, o comparecimento obrigatório à audiência reafirma o compromisso do agressor com o processo penal e permite que ele seja formalmente alertado sobre as consequências do descumprimento das medidas impostas.

“Esse é mais um esforço relevante para garantir proteção à vítima em sua realidade concreta e constranger o agressor ao afastamento e à contenção de seus impulsos violentos”, afirmou a parlamentar.

Próximos passos
O PL 1922/26 será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Marcia Becker



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