"Cortina de Fumaça"
Para um 07 de Setembro atípico, nada como a inércia ou covardia da oposição
A falta dos detalhes, viabilizou ainda mais o crescimento de uma terceira via, ainda não declarada, oculta, mas que com os erros dos outros, cresce todos os dia, indecisos, brancos, nulos, ou estar esperando um novo nome, porque não vota no atual presidente, Bolsonaro e nem no ex-presidente Lula e seus aliados.
Política
Da Redação.
Para quem espera embates, guerreiros digladiando como na era medieval, ficou muito decepcionado, já que de um lado milhões estavam nas ruas participando de um ato democrático, e de outro lado milhares xingando, insultando e até chamando o povo de rastos, porém, tudo resguardados pela proteção da internet via as redes sociais.
Que milhões de pessoas participaram das manifestações do 07 setembro, seja pessoalmente ou protegidos pelas telas dos computadores, tabletes e smartphone, disso é difícil duvidar, em muitos casos utilizando da prerrogativa, do pseudo anonimato das redes sociais via internet.
Há muito tempo que não se via uma movimentação popular tão grande, ainda mais nesta data, Independência do Brasil, um ato que simboliza a liberdade política, administrativa e econômica de uma nação.
Milhões pessoas foram para as ruas, manifestando através de carreatas, utilizando carro de som, camisa e bandeiras do Brasil, e para onde foram parar os integrantes da oposição, um pouco ainda surgiu em atos isolados, com o nome de vítima, o Grupo dos Excluídos, outros ficaram nas redes sociais, assim como um deputado do estado de Mato Grosso, que até chegou a chamar o povo de rato, mas logo após, em um mais um ato que comprova a seu verdadeiro caráter, já que durante a pandemia, mesmo sendo médico, preferiu mais uma vez ficar na segurança de sua casa, e utilizar das redes sociais para apenas criticar, quem estava fazendo alguma coisa.
Assim, como este parlamentar, muitas pessoas seguiram o mesmo caminho, no real momento do embate, foram passivos em atos físicos e pessoais, e ativos nas redes sociais.
Mesmo com vasto campo da fragilidade por falta de objeto expressivo da manifestação, nem mesmo assim, os tidos como intelectuais, ou até mesmo cientistas políticos da oposição, não souberam de imediato, de forma instantânea explorar, fazendo disso o combustível dos seus movimentos.
Independente do lado esquerdo ou direito, pelo que tudo indica os dois erraram, mas também, de certa forma acertaram, porém, a falta dos detalhes, viabilizou ainda mais o crescimento de uma terceira via, ainda não declarada, oculta, mas que com os erros dos outros, cresce todos os dia, indecisos, brancos, nulos, ou estar esperando um novo nome, porque não vota no atual presidente, Bolsonaro e nem no ex-presidente Lula e seus aliados.
No último 07 de Setembro, é verdade que não houve desfile, como também é verdade que teve comportamentos diferentes da população, mas, o que muita percebeu é muita coisa ainda precisa mudar, antes das próximas eleições.
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
Política
Medida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS
O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos associativos irregulares.
O governo já havia editado uma MP com crédito de R$ 3,3 bilhões para esse pagamento em julho de 2025, após entendimento firmado com o Supremo Tribunal Federal (STF).
Depois disso, no entanto, a Corte decidiu que, nos casos em que segurados contestarem as respostas das entidades associativas, o pagamento deverá ser realizado mesmo que não sejam cumpridas etapas prévias previstas no acordo.
O STF também assegurou que a adesão ao acordo não impede o ajuizamento de ações judiciais contra a União e o INSS quando o pagamento não ocorrer administrativamente.
O prazo para a adesão ao ressarcimento administrativo acabou no dia 20 de junho de 2026.
Próximos passos
A MP 1378/26 tem validade imediata, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei.
O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado.
Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira
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