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Mutirão da Cidadania Social leva mais de 30 serviços gratuitos ao Pedra 90 neste sábado (31)

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O projeto Mutirão de Cidadania Social, de iniciativa do deputado estadual Wilson Santos (PSD), chega à sua 9ª edição. A ação acontece neste sábado (31), das 7h30 às 12h, na Escola Municipal Herbert de Souza (Betinho), localizada no bairro Cinturão Verde – Pedra 90, em Cuiabá.

Esta é a primeira edição do projeto em 2026, que tem como objetivo levar – de forma gratuita – serviços essenciais às comunidades mais afastadas dos grandes centros urbanos. Segundo o parlamentar, o sucesso do mutirão em edições anteriores reforça a importância da iniciativa e das parcerias envolvidas. “No ano passado, tivemos um resultado muito positivo, levando serviços importantes às comunidades carentes. Esse trabalho só é possível graças às parcerias com instituições públicas e privadas, que nos ajudam a fazer a diferença. Vamos seguir ao longo do ano com esse trabalho humanitário, em parceria e em defesa dos interesses do cidadão”, destacou.

Ao todo, mais de 30 serviços gratuitos estarão disponíveis à população, incluindo consultas médicas, aferição de pressão arterial e glicemia, orientações jurídicas, emissão de documentos (RG e CPF), atualização do CadÚnico e do Bolsa Família, corte de cabelo, serviços de beleza, recreação infantil e atividades educativas.

A programação também contará com orientações do Procon-MT, atendimentos de assistência social, vacinação antirrábica para cães e gatos e cadastro em programas públicos. Entre os parceiros estão a Defensoria Pública, Energisa, Hemocentro, Instituto Gallo Ensina, Comper, Prefeitura de Cuiabá, Politec, além de voluntários e lideranças comunitárias, fundamentais para o fortalecimento e ampliação do projeto.

Serviço

Evento: 9ª edição do Mutirão de Cidadania Social

Local: Escola Municipal Herbert de Souza (Betinho) – Cinturão Verde / Pedra 90

Data: 31 de janeiro (sábado)

Horário: 7h30 às 12h

Informações:

Samantha dos Anjos – Assessoria de Imprensa

(65) 99639-9715

Fonte: ALMT – MT



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Comissão aprova sistema de coleta seletiva e logística reversa de coco verde

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A Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados aprovou proposta que permite a estados e municípios implantar sistema de coleta seletiva e logística reversa de coco verde, independentemente do serviço público de limpeza urbana.

Logística reversa envolve coleta, transporte, armazenamento, reciclagem e tratamento de resíduos produzidos pelo descarte de produtos e embalagens.

O sistema deve incluir ações de educação ambiental e, sempre que possível, celebrar parceria com cooperativas de catadores.

Mudanças no texto original
O texto aprovado foi a versão do relator, deputado Fernando Monteiro (PSD-PE), ao Projeto de Lei 616/24, do deputado Professor Reginaldo Veras (PV-DF).

O projeto original obriga produtores, distribuidores e comerciantes de coco verde a implantar os sistemas de coleta seletiva e logística reversa para o fruto.

A proposta altera a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que lista os produtos para os quais a logística reversa é obrigatória. Essa logística envolve quem fabrica, importa, distribui e comercializa.

Atualmente, a PNRS já exige logística reversa no caso de agrotóxicos, pilhas e pneus, entre outros itens.

2 bilhões de frutos
O relator afirmou que o Brasil produz quase 2 bilhões de frutos de coco por ano, com cerca de 80% da produção concentrada no Nordeste. Segundo ele, o comércio pulverizado e a informalidade dificultam a criação de um sistema nacional uniforme.

“Uma exigência genérica aplicável a todo o território nacional acabaria, na melhor das hipóteses, não cumprida plenamente”, argumentou.

Segundo Monteiro, o sistema nacional só funcionaria em ambientes controlados, como indústrias processadoras de água de coco ou grandes estabelecimentos comerciais.

“Trata-se não de obrigar os entes à estruturação e implementação da logística reversa, mas de destacar no texto legal a opção de usar os instrumentos da Política Nacional de Resíduos Sólidos para gerir adequadamente o resíduo do coco verde”, explicou o relator.

Próximos passos
O projeto também já foi aprovado pela Comissão de Meio Ambiente e ainda será analisado, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, precisa ser aprovado por Câmara e Senado.

Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Natalia Doederlein



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