SOLIDARIEDADE

MT: guias e condutores de Turismo recebem cestas básicas

Alimentos foram doados graças à parceria firmada com o programa idealizado pela primeira-dama Virginia Mendes

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Política

Foto: Jana Pessôa

Guias e condutores de turismo de Barra do Garças receberam na última quarta-feira (21.07) doação de cestas básicas através do programa Vem Ser Mais Solidário, idealizado pela primeira-dama do Estado, Virginia Mendes. Com a entrega, o objetivo é amenizar os efeitos econômicos provocados pela pandemia da Covid-19 junto aos trabalhadores do turismo no Estado.

A ação, desenvolvida pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), com apoio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso (Sedec-MT), contemplou profissionais cadastrados no município.

Cada cesta doada contém arroz, feijão, macarrão, óleo, sal, açúcar, café, farinha de trigo, sardinha, extrato de tomate. Além disso, possui sabonete, sabão em barra, água sanitária e detergente líquido.

Graças à iniciativa, 162 guias e condutores dos municípios de Várzea Grande (53), Chapada dos Guimarães (64), Vila Bela da Santíssima Trindade (36) e Barra do Garças (09) já receberam os produtos.

O secretário de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso, César Miranda, considera o auxílio imprescindível diante do cenário que o país enfrenta.

“Não estamos entregando apenas alimentos para os profissionais do trade turístico, levamos dignidade, afinal, o setor foi muito prejudicado com a pandemia e até hoje muitos pais de família que não têm como trabalhar para garantir o sustento de casa. Contudo, terão direito ao benefício, somente aqueles que têm o turismo certificado como única fonte de renda, atuem de maneira regular e que se enquadrem no perfil do programa”, define Miranda.

De acordo com o secretário-adjunto de Turismo, Jefferson Moreno, devem ser distribuídas ainda mais de 350 cestas básicas aos guias e condutores de turismo de Mato Grosso. A lista conta também com profissionais de Nobres, Cuiabá, Poconé, Barra do Bugres e Alta Floresta, que ainda serão atendidos.

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Projeto garante remarcação e desistência de passagens sem multa

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O Projeto de Lei 569/26 assegura ao consumidor, em viagens dentro do Brasil, o direito de remarcar ou desistir de passagens de transporte aéreo, rodoviário, ferroviário e aquaviário sem cobrança de taxas, multas ou penalidades.

Pela proposta em análise na Câmara dos Deputados, a remarcação poderá ser feita até 24 horas antes do embarque. O consumidor terá que pagar apenas a eventual diferença entre a tarifa comprada e a disponível no momento da troca.

Reembolso
Apresentado pelo deputado Alencar Santana (PT-SP), o texto também garante ao passageiro o direito de desistir da viagem até 72 horas antes do embarque, com restituição integral do valor pago. O reembolso deverá ser feito em até sete dias.

“O objetivo é assegurar maior equilíbrio nas relações de consumo no transporte de passageiros, garantindo direitos mínimos de remarcação e de desistência sem a imposição de taxas ou de penalidades abusivas”, disse o parlamentar.

Regras para empresas
O projeto proíbe as empresas de impor cláusulas que:

  • restrinjam o direito de remarcação;
  • cobrem taxa ou multa dentro do prazo legal;
  • condicionem a troca da passagem à compra de serviços adicionais não pedidos pelo consumidor.

Válido para todas as tarifas
A proposta também determina que os direitos valerão para todas as modalidades de tarifa, inclusive promocionais, e para passagens compradas em programas de fidelidade ou com outros benefícios concedidos pelo transportador.

O texto prevê ainda que cláusulas contratuais, regulamentos ou práticas comerciais que limitem esses direitos serão nulos.

Em caso de descumprimento, o infrator ficará sujeito às sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor, como multa e até suspensão temporária de atividade.

Próximos passos
O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Da Reportagem/RM
Edição – Natalia Doederlein



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