AGUARDANDO resposta do STF
DEPUTADO MAX RUSSI NÃO VÊ PROBLEMAS EM UMA NOVA ELEIÇÃO PARA A MESA DIRETORA DA AL-MT
A votação foi realizada em razão das eleições municipais, mas enfrenta uma ação do Ministério Público Federal que questiona sua legitimidade
Política
O deputado Max Russi (PSB) demonstrou tranquilidade em relação à composição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, eleita em agosto deste ano, após questionamentos no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a antecipação da eleição. A votação foi realizada em razão das eleições municipais, mas enfrenta uma ação do Ministério Público Federal que questiona sua legitimidade.
Embora a decisão do STF ainda não tenha sido tomada, a possibilidade de uma nova eleição na Assembleia tem gerado apreensão entre alguns parlamentares, incluindo o primeiro-secretário eleito, Dr. João (MDB). Ele tem observado movimentações políticas ligadas à recente derrota de Eduardo Botelho (União) na disputa pela prefeitura de Cuiabá, o que poderia influenciar o cenário.
Em declarações à imprensa nesta quinta-feira (7), Max Russi, eleito presidente da Assembleia Legislativa para o próximo biênio (2025/2026), afirmou que, até o momento, não houve qualquer decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o caso. Ele destacou que a antecipação da eleição da Mesa Diretora foi uma medida tomada para evitar que o processo eleitoral municipal interferisse na eleição interna da Assembleia.
Russi também observou que outras 14 Assembleias Legislativas enfrentam questionamentos semelhantes, mas ressaltou que a situação em Mato Grosso é distinta. No estado, a eleição foi antecipada em apenas 30 dias, enquanto em outros estados a escolha dos membros da Mesa Diretora foi feita para dois biênios consecutivos, em eleições simultâneas.
“Nós vamos prestar esclarecimentos. Não houve casuísmo eleitoral. Diferente de outros estados, o Mato Grosso não elegeu um mesmo presidente para dois mandatos consecutivos. Antecipamos a eleição por 30 dias devido às eleições municipais, já que quatro deputados eram candidatos. Não houve interferência externa”, afirmou o deputado.
Segundo o deputado, a maioria dos parlamentares apoia a manutenção da chapa eleita em agosto e ele acredita que o STF possa decidir favoravelmente nesse sentido. Ele também enfatizou que, caso seja necessário convocar uma nova eleição, o grupo está preparado para realizar o pleito de forma tranquila, mantendo a mesma composição da Mesa Diretora.
“A tendência é de que tudo permaneça como definido na votação de agosto. Não houve mudança significativa nesses 60 dias que justifique uma alteração na composição”, afirmou.
Max diz que, a decisão final será avaliada pelo presidente da Assembleia, e por outros parlamentares, com os quais ele afirma manter um diálogo constante. Segundo Russi, o objetivo é garantir que o processo transcorra sem interferências, permitindo que a Mesa Diretora, eleita para assumir em fevereiro de 2025, possa atuar de forma a fortalecer o Poder Legislativo em Mato Grosso.
Política
Prefeitura esclarece que não houve corte de recursos para famílias atípicas em Várzea Grande
A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, esclarece que não houve corte de recursos destinados às pessoas autistas e suas famílias. O assunto foi discutido durante reunião realizada na última quarta-feira (21.10), com a participação da prefeita, de secretários municipais de diferentes pastas e de mães de pessoas autistas, para esclarecer dúvidas sobre o orçamento e os serviços oferecidos pelo município.
Durante o encontro, a secretária municipal de Assistência Social, Taynara Morais, explicou que o reordenamento orçamentário ocorreu após a Câmara Municipal não aprovar a proposta de reestruturação administrativa, que previa a criação de um setor específico para desenvolver políticas públicas voltadas aos direitos humanos e às pessoas com deficiência.
“O que tínhamos era uma previsão no orçamento para uma estrutura que não foi criada, porque o projeto não foi aprovado pela Câmara Municipal”, explicou a secretária.
A gestora destacou que o orçamento é um instrumento de planejamento e não significa, necessariamente, que os recursos estejam disponíveis em caixa. Com a não aprovação da proposta, foi necessário reorganizar a previsão orçamentária, incluindo ajustes no planejamento das ações voltadas à população idosa.
A secretária também esclareceu que os recursos do Fundo Municipal da Pessoa Idosa possuem destinação específica e não se confundem com o orçamento geral da Secretaria Municipal de Assistência Social.
Ela reforçou que as famílias atípicas continuarão sendo atendidas pelos serviços já oferecidos pela Prefeitura e que o reordenamento orçamentário não representa a suspensão dos atendimentos nem o corte da assistência prestada à população.
A Prefeitura de Várzea Grande reforça a importância do diálogo com as famílias e do esclarecimento de informações sobre o orçamento municipal, garantindo transparência nas decisões administrativas e a continuidade dos atendimentos realizados pela rede de assistência social.
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