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Lucimar e futura primeira dama traçam estratégias de atuação conjunta

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Da Redação

Assim como o prefeito eleito, Kalil Baracat (MDB) e o atual vice-prefeito, José Hazama que se reelegeu, a futura primeira-dama de Várzea Grande, Januária Dorilêo, promotora de Justiça que atua Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (CIRA) que já foi responsável pela recuperação de mais de R$ 2 bilhões em impostos sonegados, também nesta semana inicia uma série de agendas compartilhadas com a prefeita Lucimar Sacre de Campos e sua equipe de governo.
“Nossa missão é facilitar as coisas para quem está assumindo e assim beneficiar a população e cidade de Várzea Grande para que não haja solução de continuidade, ou seja, que as coisas caminhem como devem caminhar, tanto em obras que ficarão em execução, como nas ações de interesse social”, disse a prefeita Lucimar Sacre de Campos após o primeiro encontro com a futura primeira-dama que não irá assumir cargos, mas terá o condão de definir e promover as políticas sociais.
Lucimar Campos sinalizou que pelo trabalho desenvolvido por Januária Dorilêo a frente de diversas ações do Ministério Público de Mato Grosso, as chances é de que teremos uma grande primeira dama de uma gestão social forte e transformadora em Várzea Grande consolidando este novo ciclo vivenciado desde que ela assumiu a administração municipal em maio de 2015.
“Como fiscal da lei, me mantive distante do processo eleitoral, mas quero e vou contribuir com a administração do meu marido, pois acredito em Várzea Grande e em todo o trabalho desenvolvido pela prefeita Lucimar Sacre de Campos que demonstrou com competência que é possível se fazer mais e diferente em termos de Poder Público, seja em qual esfera for e dentro daquilo que eu puder atuar vou estar presente para que a gestão de Kalil Baracat tenha completo sucesso para a cidade e para sua gente”, disse Januária Dorilêo que nesta semana começa a percorrer as unidades de atendimento social aprofundando o conhecimento de atuação e buscando meios para melhorar ainda mais essa política.
Ela ponderou que o Poder Público Executivo tem que atuar em todas as frentes ao mesmo tempo para que as adversidades sejam vencidas e lembrou juntamente com a prefeita Lucimar Campos que os impactos da pandemia da COVID 19, em Várzea Grande, que está na região metropolitana, e, portanto, procurada pela maioria da população, foram menores, diante da rede de atendimento social através dos programas que garantiram atendimento as famílias consideradas de vulnerabilidade social.
Nas agendas traçadas entre as prefeita Lucimas Sacre de Campos e a promotora Januária Dorilêo estão a retomada das atividades dos programas sociais, Amigas Empreendedoras; Laços Maternos; Melhor Idade, Juventude Ativa e Caderno II, que estão paralisados desde a pandemia e somente algumas atividades que podem ser realizadas remotamente ou com poucas pessoas voltaram as atividades, lembrando que o primordial neste momento é preservar a questão da saúde pública.
A futura primeira dama sinalizou que pretende implementar ainda mais as políticas sociais que estão entrelaçadas com os Governos Federal e de Mato Grosso potencializando medidas importantes que visem retirar as pessoas e famílias do risco de vulnerabilidade social.
“Nós enquanto Poder Público temos que ser indutores de oportunidades, ou seja, permitir que as pessoas possam ter capacitação profissional e o acesso ao emprego e a renda para se tornarem economicamente ativos e gerirem o próprio sustento, bem como o sustento de sua família com o apoio do Poder Público em todas suas esferas com mais qualidade de vida. A obra é importante e fundamental, mas ela precisa, necessita agregar outros valores para que todas as atividades sejam contempladas no cotidiano das pessoas, das famílias de Várzea Grande”, disse Januária Dorilêo.

 

 

 

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Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT

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O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.

A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.

A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.

Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.

A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.

A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.

O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.

Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.



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