Política
Lucimar Campos tem contas aprovadas por unanimidade pelo TCE
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Da Redação
As contas de governo da prefeita de Várzea Grande, Lucimar Sacre Campos (DEM), foram aprovadas por unanimidade pelos conselheiros do Tribunal de Contas do Estado (TCE). As contas eram referentes ao ano de 2018, de acordo com os conselheiros, o exemplo de Várzea Grande deveria ser seguido por outros municípios.
A decisão foi emitida e agora deve ir para apreciação dos vereadores posteriormente poderão ser aprovadas, ou não, na Câmara Municipal, poré, ao que tudo indica, as contas serão aprovadas com grande facilidade na casa de leis.
De acordo com o relator, conselheiro Luiz Henrique Lima, a administração várzea-grandense cumpriu com os limites impostos pela Lei de Responsabilidade Fiscal, que trata dos gastos com servidores, outro ponto que chamou a atenção de forma positiva, foram os índices de investimentos nas áreas essenciais, como Educação e Saúde.
Ainda de acordo com o conselheiro, os investimentos em Educação atingiram 38,85%, para se ter uma ideia, a Constituição Federal obriga os municípios a investirem 25% na área, ou seja, foram investidos 13,85% a mais do que o estabelecido por lei. Na área da Saúde não é diferente, foram investidos em 2018, 26,58%, um percentual 11,58% maior que o estabelecido em lei que é de 15%.
Um dos grandes desafios dos municípios brasileiros é manter o índice estabelecido na Lei de Responsabilidade Fiscal, na qual na estabelece que os índices de gastos não podem ultrapassar os 53% da receita total, em várzea grande, este índice em Várzea Grande está nos 51,22%.
Foto: Internet/Reprodução
Política
Presidente da Câmara renuncia ao mandato e diz que política é “frustrante”
O presidente da Câmara Municipal de Ipiranga do Norte (MT), Celso da Conceição (Republicanos), renunciou ao mandato de vereador e encerrou sua passagem pelo Legislativo municipal com um desabafo sobre os desafios da vida política. Em discurso de despedida, ele classificou a atividade como “frustrante” e defendeu a atuação dos políticos do município.
A saída foi oficializada no último dia 6, um dia depois de Celso presidir sua última sessão ordinária. Durante o pronunciamento, o parlamentar não detalhou os motivos da decisão e afirmou que se trata de uma escolha pessoal. Informações divulgadas pela imprensa local apontam que ele teria recebido uma proposta de emprego, mas a motivação não foi confirmada oficialmente pelo vereador.
Ao falar sobre a decisão, Celso ressaltou que cada pessoa precisa avaliar o que considera melhor para a própria vida.
“Às vezes, quem está de fora vê que está muito bom e acha que alguma coisa deveria estar melhor, que, se fosse eu, não fazia assim, fazia assado. Mas cada um é dono da sua vida e acredita naquilo que é melhor para si. E é isso que eu estou fazendo, né? Com fé em Deus, vai estar tudo certo”, declarou.
O vereador também demonstrou insatisfação com a imagem da classe política perante a sociedade. Para ele, o trabalho realizado por representantes públicos nem sempre é reconhecido, e a população tende a generalizar críticas sobre a conduta dos políticos.
“Realmente é frustrante, muito frustrante, porque a gente se dedica tanto e, infelizmente, o nosso país é olhado só como que político nenhum, parece que todos os políticos roubam, que todo político é aquilo”, afirmou.
Na sequência, Celso defendeu os colegas de Ipiranga do Norte e disse acreditar que o cenário nacional seria diferente se a atuação política no país seguisse o exemplo que, segundo ele, existe no município.
“Mas eu volto a dizer: se todos os políticos do nosso país fossem iguais aos políticos de Ipiranga do Norte, o nosso país era outro”, completou.
Eleito em 2024 com 307 votos, Celso esteve à frente da Câmara durante o biênio 2025-2026. Sua renúncia provocou mudanças na composição do Legislativo: o vice-presidente, Cleonaldo Araujo França, assumiu a presidência e permanecerá no cargo até o encerramento do atual período da Mesa Diretora.
Com a saída de Celso, o primeiro suplente do Republicanos, Neto da Farmácia, deverá assumir a cadeira de vereador. Ele recebeu 152 votos nas eleições municipais de 2024.
A renúncia encerra antecipadamente o mandato de Celso, que se despediu dos colegas com agradecimentos pela experiência no Legislativo. Apesar das críticas à percepção pública sobre a política, ele destacou a importância da trajetória vivida na Câmara e deixou a função afirmando ter gratidão pelo período em que exerceu o cargo.
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