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Júlio César Arruda recebe a Comenda Senador Filinto Müller

A solenidade aconteceu na manhã desta sexta-feira (16), na sala do Colégio de Líderes da presidência

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Secretaria de Comunicação Social

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Eduardo Botelho (União Brasil), fez a entrega da Comenda Senador Filinto Müller ao general da reserva do Exército Brasileiro, Júlio César de Arruda. A solenidade aconteceu, na manhã desta sexta-feira (16), na sala do Colégio de Líderes da presidência.

Botelho afirmou que a comenda entregue ao general da reserva é justa. “Ele tem todas as suas raízes em Mato Grosso, principalmente em Cuiabá. Ele foi comandante da Academia Militar das Agulhas Negras, chegando a comandar o Exército Brasileiro. A homenagem é merecida. É um mato-grossense que honrou todos os brasileiros. Estamos felizes por homenageá-lo”, disse o presidente.

O general da reserva Júlio César Arruda afirmou que está feliz e honrado por receber a comenda Filinto Muller. Ele passou à reserva do Exército em janeiro de 2023. “É uma honra receber a principal honraria concedida pelo Parlamento estadual. Sou cuiabano. Fui para Campinas/São Paulo seguir a carreira militar. Mas tenho como modelo Marechal Rondon, que graças ao estudo atingiu o mais alto posto do Exército Brasileiro. Eu cheguei ao posto de general”, disse Arruda.

O homenageado disse ainda que comandou o Exército Brasileiro e, por isso, é uma satisfação estar em Cuiabá para ser condecorado com a Comenda Filinto Müller. “Mato Grosso é um estado que tanto amo. Toda minha família mora aqui. Tenho um carinho muito grande por esta região. Sou oriundo da engenharia, servi no 9º Batalhão de Engenharia de Construção de Mato Grosso. Tenho muito orgulho de ser mato-grossense e cuiabano de chapa e cruz”, afirmou Arruda.

O deputado Wilson Santos (PSD) afirmou que Arruda é um cidadão que dá “orgulho para Mato Grosso”. Segundo o parlamentar, Arruda chegou ao topo da carreira, a de general do Exército Brasileiro. “É a última patente do Exército. Tivemos poucos mato-grossenses que chegaram a essa patente. Ele galgou todos os postos e patentes. Ajudou no desenvolvimento das unidades militares de Mato Grosso.

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Eleições de 2026 têm menos de 2% de candidatos LGBTQIAPN+

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Pela primeira vez nas eleições gerais, as estatísticas eleitorais feitas com dados fornecidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) trazem os dados sobre a orientação sexual e a identidade de gênero dos candidatos. Os números divulgados até a tarde de terça-feira (18) revelam que, dos 20.575 candidatos registrados, 1,93% se declararam bissexuais, gays, lésbicas, pansexuais ou assexuais. Os que se declararam transgênero representam 0,51% do total de candidaturas.

Os números divulgados TSE revelam, ainda, um aumento no percentual de candidatos com deficiência, indígenas e de origem asiática com relação a 2022. O percentual de brancos, pretos e pardos registrou pequenas variações.

Os dados fazem parte das estatísticas de candidaturas disponíveis na página do TSE. Os números ainda não são definitivos e podem sofrer variações à medida que os pedidos de candidatura são avaliados pelo tribunal.

Declaração opcional

A inclusão dos campos de orientação sexual nos formulários de registro de candidatura começou em 2024, nas eleições municipais. Esta é a primeira vez que esse tipo de estatística aparece nas eleições gerais, para os cargos de presidente, governador, senador e deputado federal, distrital e estadual.

A declaração é opcional. A maioria dos candidatos optou por declarar sua orientação, mas o número dos que não declararam ainda é próximo da metade. No total, 55,09% optaram por declarar e 44,91% de candidatos que optaram por não preencher esses dados. Já a informação sobre a identidade de gênero foi compartilhada por 57,75% dos candidatos, contra 42,25% que não quiseram informar.

Entre os candidatos que declararam orientação sexual, 3,58% são LGBTQIAPN+. Quando considerado o número total de candidatos da eleição geral de 2026, de 20.575 registrados, o percentual de candidatos LGBTQIAPN+ cai para 1,93%

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Já os que se identificam como transgênero representam 0,89% dos candidatos que optaram por preencher esse dado. Quando considerado o total de candidaturas, 20.575, o percentual de candidatos trans cai para 0,51%. O total de candidatos que declararam nome social é de 53 pessoas.

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No recorte racial, os percentuais de 2026 ficaram parecidos com os da última eleição geral. Os brancos ainda são maioria e somam 48,82 % do total de candidatos. O percentual de pardos (36,11%) e de pretos (13,62%) registrou leve variação negativa, enquanto o percentual de indígenas aumentou 0,64% para 0,93%. A variação, de 0,29 ponto percentual, representa um aumento de 45%. Já entre os que, segundo o TSE, se declararam amarelos, o índice subiu 26%.

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O número de pessoas com deficiência que se candidataram a um cargo nas eleições de 2026 também aumentou com relação ao pleito de 2022. Na eleição passada, esse número era de 476 candidatos, que representavam 1,62% do total. Agora são 499 pessoas com deficiência na disputa, que representam 2,42% do total de candidatos. O crescimento no índice foi de 0,8 ponto percentual, o que equivale a 49%.

Dos 499 candidatos com deficiência que concorrem nas eleições de 2026, a maior parte é de pessoas com deficiência física, 39,7%. Em seguida, vêm os candidatos com deficiência visual (21,7%), autismo (14,2%), deficiência auditiva (10,89%). O restante, com outras deficiências, soma 14% do total.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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