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Juca do Guaraná solicita à Sinfra estudo técnico para construção de passarela na Avenida da FEB

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O deputado estadual Juca do Guaraná (MDB) deu mais um passo para viabilizar a construção de uma passarela metálica elevada para pedestres na Avenida da FEB, em Várzea Grande. Além de protocolar indicação ao Governo do Estado, o parlamentar tambem solicitou formalmente à Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) a realização de um estudo técnico para a implantação da estrutura. O documento foi protocolado na última quinta-feira (22).

A iniciativa busca oferecer uma solução definitiva para a travessia segura da via, marcada pelo intenso fluxo de veículos e pela ausência de mecanismos adequados para pedestres, o que expõe diariamente moradores, trabalhadores e estudantes a situações de alto risco.

A demanda ganhou ainda mais urgência após o atropelamento que resultou na morte de Ilmes Dalmes Mendes da Conceição, de 71 anos, ocorrido na última terça-feira (20), enquanto ela tentava atravessar a avenida. O trecho registra histórico recorrente de acidentes, muitos deles com vítimas fatais.

Segundo Juca do Guaraná, o estudo técnico solicitado à Sinfra é fundamental para acelerar o processo e garantir que a obra atenda às necessidades da população.

“Já fizemos o pedido formal porque não dá mais para empurrar esse problema. A Avenida da FEB precisa de uma solução técnica, planejada e definitiva para proteger vidas”, afirmou.

O deputado destacou que a proposta prevê uma passarela com acessibilidade, como elevadores ou outros mecanismos adequados, assegurando o direito de ir e vir de todos, especialmente idosos e pessoas com deficiência.

“Essa estrutura não é apenas uma obra de engenharia, é uma resposta concreta a um problema antigo que afeta milhares de pessoas todos os dias”, ressaltou.

Juca do Guaraná reforçou que seguirá acompanhando o andamento do pedido junto à Sinfra e cobrando providências do Executivo estadual.

“Nosso papel é antecipar soluções, não esperar novas tragédias acontecerem. Vou continuar insistindo para que essa obra saia do papel o quanto antes”, concluiu.

Fonte: ALMT – MT



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Executivo envia Orçamento de 2027 ao Congresso com mínimo de R$ 1.741

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Salário mínimo de R$ 1.741, inflação de 3,6% e crescimento do produto interno bruto (PIB) de 2,46%. Esses são alguns pontos da proposta de Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2027 enviada pelo Executivo ao Congresso Nacional na tarde desta segunda-feira (31) — último dia do prazo para envio do Orçamento ao Legislativo.

O aumento previsto de R$ 120 no valor do salário mínimo (hoje R$ 1.621) representa uma alta de aproximadamente 7,4% no valor nominal. O índice representa um ganho de 2,3% acima da inflação projetada para este ano.

O documento ainda apresenta as expectativas de arrecadação e a fixação de quanto o governo vai gastar em cada área. Conforme o texto, o Executivo prevê taxa básica de juros (Selic) em 12,53% e câmbio médio de R$ 5,22 para o dólar. Já o superávit primário, que é a diferença entre o que o governo arrecada e o que gasta, deve ficar em R$ 18,6 bilhões, valor que representa pouco mais de 0,1% do PIB.

Tramitação

Pela Constituição, a Lei Orçamentária Anual, que trata do Orçamento, deve ser entregue pelo Poder Executivo até 31 de agosto de cada ano, com a previsão de ser aprovada até dezembro. 

A proposta do Executivo para a Lei Orçamentária Anual de 2027 será examinada inicialmente pela Comissão Mista de Orçamento (CMO). Depois, a matéria será apreciada pelo Congresso Nacional e seguirá para sanção do presidente Lula.

O Congresso ainda precisa votar o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO – PLN 2/2026). A matéria deveria ter sido votada até o dia 17 de julho. Como não houve a votação, a tendência é que o texto seja analisado agora neste segundo semestre.

Receitas e despesas

A LOA é o documento que estima receitas e fixa as despesas públicas para o ano seguinte. A lei busca garantir que o dinheiro arrecadado dos cidadãos seja aplicado de forma clara, planejada e responsável.

Em outras palavras, determina a verba que será aplicada em áreas cruciais como saúde, educação, segurança, transporte e infraestrutura. Embora a iniciativa seja do Executivo, os parlamentares podem inserir mudanças no texto.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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