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Juca do Guaraná articula recursos para agricultura familiar em reunião com vice-governador

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O deputado estadual Juca do Guaraná (MDB) se reuniu, na manhã desta terça-feira (10), com o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) para tratar de demandas dos municípios de Nobres e Vila Rica, com foco em fortalecimento da agricultura familiar e infraestrutura rural.

Entre os compromissos assumidos, o parlamentar discutiu o envio de um trator para a comunidade de Itaporã do Norte, em Vila Rica, que será entregue pela Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer).

O encontro contou ainda com a presença do prefeito de Nobres, José Domingos Fraga, o Zé Domingos (União), que destacou os principais pleitos apresentados ao vice-governador.

“Trouxemos várias demandas do município, dentre elas a questão da ponte sobre o Rio Arinos, onde o vice-governador autorizou a Sinfra a realizar o estudo do projeto. Também discutimos a implantação da tão sonhada Água do Bonanza, projeto de R$ 1,6 milhão que já está na Seaf”, afirmou o prefeito.

O gestor ainda elogiou a articulação do deputado.

“Quero agradecer, em nome da nossa população, ao vice-governador Otaviano Pivetta e ao deputado Juca do Guaraná pela disponibilidade, pelo apoio à população nobrense e pelo respeito que o vice-governador tem pelo Juca. O pedido do deputado com certeza será atendido”, completou Zé Domingos.

O presidente da Câmara de Vila Rica, vereador Isley Borges da Silva, o Goiano da Cerâmica (MDB), também destacou a importância da iniciativa para o município.

“A gente sabe da preocupação do deputado Juca com a agricultura familiar. Ele tem ajudado muito Vila Rica com várias ações, e hoje foi destinado mais um trator para a comunidade. O processo já está pronto, o vice-governador deu o ok, e em breve o equipamento será entregue”, disse.

Para Juca do Guaraná, a reunião representa um avanço significativo para os municípios atendidos.

“Esses encontros são essenciais para garantir que as demandas da população rural sejam atendidas. Cada recurso que conseguimos destinar faz diferença na vida das famílias e fortalece a agricultura familiar em nosso estado”, afirmou o deputado.

Fonte: ALMT – MT



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Especialistas alertam para dificuldades enfrentadas por alunos com altas habilidades; assista

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As dificuldades enfrentadas por estudantes com superdotação e altas habilidades foram tema de audiência pública promovida pela Comissão de Educação da Câmara dos Deputados.

Dados do Censo Escolar apontam para uma subnotificação desse grupo em relação ao total de matrículas.

Um dos gargalos que contribuem para isso é o alto custo dos exames envolvidos na investigação de casos de superdotação, explicou a especialista em atendimento educacional voltado a altas habilidades e presidente do Instituto Raízes, Roberta Munique.

“A família geralmente tem dificuldade de entender o que é a superdotação, sem falar que as investigações médicas são caríssimas. Há avaliações que chegam a R$ 10 mil”, disse.

A deputada Nely Aquino (Podemos-MG), autora do requerimento para a realização do debate, ressalta que a dificuldade na identificação de altas habilidades e superdotação não prejudica apenas o aluno, mas também toda a comunidade.

“Quando o sistema educacional deixa de identificar e atender adequadamente um estudante com altas habilidades, não é apenas aquele aluno que perde.
Perdem a família, a comunidade, a escola e o país”, afirmou.

“Cada talento desperdiçado é uma contribuição não dada à ciência, à cultura, à inovação e ao desenvolvimento social e econômico do Brasil”, acrescentou a parlamentar.

Atletas do conhecimento
O estudante Rafael Kessler, de 12 anos, tem altas habilidades. No ano passado, estimulado por exercícios de uma olimpíada de matemática, ele criou uma fórmula para resolver cálculos complexos que recebeu o nome de “Fórmula de Kessler”.

Rafael defendeu ações governamentais de incentivo a alunos como ele. “Assim como existem políticas para apoiar atletas no esporte, o Brasil também precisa investir nos atletas do conhecimento”, comentou.

Lucas Freitas Vieira, de 12 anos, também reivindicou mais reconhecimento para os alunos com altas habilidades. Ele conquistou uma medalha de ouro e outra de bronze na Olimpíada Internacional de Cibersegurança, disputada na China no ano passado.

“Se um aluno com transtorno do espectro autista não faz a cópia ou o dever de casa, os professores não tiram ponto. Já quando um superdotado não faz e não faz porque é um sacrifício imenso para nosso cérebro fazer coisas repetitivas e sem sentido, nós somos punidos e mal vistos”, declarou.

“Eu sinto na pele o peso de um sistema que não acompanha o ritmo do meu cérebro”, enfatizou.

Da TV Câmara – MO



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