“Racha político e familiar”

Indícios de irregularidades podem “denegrir” e afastar vice-prefeito de Sapezal da vida pública

Família que já teria sido contra a participação de Cláudio José Scariote na política, desde o período que antecedeu a campanha eleitoral, estaria cada vez mais descontente com os rumos que a atual gestão está tomando.

Publicado em

Política

Da Redação

De família tradicional, pioneira, desbravador que contribuiu com o desenvolvimento de cada detalhe da construção da cidade de Sapezal, o vice-prefeito e produtor rural, Claudio José Scariote corre o risco de ter sua imagem manchada, após tantas denúncias com indícios de irregularidades, que levantam dúvidas sobre a integridade e honestidade da gestão do prefeito, Valcir Casagrande.   

Com uma conduta ilibada, pautada pelo trabalho, construindo um legado de família correta, honesta e justa, o nome a zelar pelo Scariote, pode estar ficando cada vez mais difícil, com a presença de Claudio José como vice-prefeito de Sapezal.

Nos últimos dias, sugiram denúncias de utilização do recurso público, com indícios de irregularidades, realizados pela Prefeitura de Sapezal, através da Secretaria Municipal de Saúde.

As suspeitas recaem em vários seguimentos, entre eles:

Superfaturamento de equipamentos hospitalar.

Superfaturamento de produtos farmacológicos.

Superfaturamento de exames terceirizados.

Desvio de finalidade com recursos da Covid-19.

Atividade com recursos públicas, que caracterizam improbidade administrativa.

Desta forma, com este tipo de conduta que está levantando suspeitas, a família Scariote, que segundo informações de bastidores, já teria sido contra a participação de Cláudio José Scariote na política, desde o período que antecedeu a campanha eleitoral, estaria cada vez mais descontente com os rumos que a atual gestão está tomando.

Foto: Facebook/divulgação

Para algumas pessoas mais ligadas a família, que pediram para não serem identificadas, temendo algum tipo de represália, o vice-prefeito não pode ter sua integridade colocada à prova, por conta de terceiros, com CPFs distintos, cada um deve responder pelo seu, já que a família do senhor Cláudio José Scariote é tradicionalmente reconhecida, pelas suas condutas corretas, de caráter, com histórico de honestidade, construindo um legado para Sapezal.

Pelo que tudo indica, as denúncias de inconformidades da gestão municipal, além de ter levantado inúmeras suspeitas, ainda pode ter gerado “racha” político e administrativo, como também desavença familiar, já que ninguém gostaria de ter a tradição do seu nome manchada pelas Operações da Polícia Federal, Polícia Civil, GAECO, Ministérios Públicos Estadual e Federal.

Foto: Prefeitura de Sapezal

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política

Projeto permite que cooperativas de energia ampliem área de atuação

Publicados

em


O Projeto de Lei 367/26 permite que cooperativas que atuem como autorizadas na distribuição de energia elétrica solicitem à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a mudança para a categoria de permissionárias de serviço público. A alteração poderá ampliar a área e o tipo de consumidores atendidos por essas cooperativas. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.

Hoje, as cooperativas sob o regime de autorizadas atendem consumidores em áreas rurais e não podem expandir sua atuação para áreas urbanas, mesmo quando essas regiões crescem e passam por mudanças econômicas e populacionais.

O autor do projeto, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), afirma que as restrições atuais de operação “não condizem com a realidade das regiões atendidas”, pois impedem que as cooperativas acompanhem o crescimento de sua área de atuação e comprometem a sustentabilidade do modelo cooperativista.

Segundo o deputado, a mudança também permitirá tratamento regulatório mais equilibrado entre cooperativas que exercem funções semelhantes no setor elétrico, mantendo a competência da Aneel para avaliar cada pedido.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Minas e Energia; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Roberto Seabra



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA