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Flávia Moretti escolhe coronel Sandro Azambuja para liderança do DAE

Sandro Azambuja é pós-graduado em remediação de áreas contaminadas pelo Senac/SP

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Política

Foto: Reprodução/omatogrosso.com

A prefeita eleita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), anunciou nas redes sociais, nesta quinta-feira (12), o coronel da reserva do Exército Brasileiro, Sandro dos Anjos Azambuja, como futuro diretor-presidente do Departamento de Água e Esgoto (DAE-VG).

Azambuja, que prestou 33 anos de serviço no Exército, teve diversas funções, incluindo chefe de operações na construção de rodovias na região amazônica e em estados como Mato Grosso, Goiás, Pará, Paraíba e Minas Gerais. Além disso, ele é pós-graduado em remediação de áreas contaminadas pelo Senac/SP.

“Sandro tem vasta experiência na engenharia civil e terá mais uma grande missão pela frente. Sabemos das dificuldades do DAE, mas vamos enfrentar todos os desafios de frente”, disse Flávia Moretti. 

Segundo a prefeita eleita, com sua vasta experiência na gestão de grandes projetos e sua formação técnica, Sandro será fundamental para a evolução do DAE e a melhoria dos serviços em Várzea Grande. Ele possui uma visão estratégica e o compromisso de tornar a cidade mais moderna, sustentável e bem estruturada.

O DAE é um dos setores mais críticos da Prefeitura de Várzea Grande.

Em setembro deste ano, servidores do DAE foram presos durante a Operação Gota D’Água, conduzida pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (DECCOR). Eles são acusados de envolvimento em um esquema de cobrança de propina para efetuar baixas fraudulentas em débitos com a autarquia municipal.

 

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Medida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS

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O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos associativos irregulares.

O governo já havia editado uma MP com crédito de R$ 3,3 bilhões para esse pagamento em julho de 2025, após entendimento firmado com o Supremo Tribunal Federal (STF).

Depois disso, no entanto, a Corte decidiu que, nos casos em que segurados contestarem as respostas das entidades associativas, o pagamento deverá ser realizado mesmo que não sejam cumpridas etapas prévias previstas no acordo.

O STF também assegurou que a adesão ao acordo não impede o ajuizamento de ações judiciais contra a União e o INSS quando o pagamento não ocorrer administrativamente.

O prazo para a adesão ao ressarcimento administrativo acabou no dia 20 de junho de 2026.

Próximos passos
A MP 1378/26 tem validade imediata, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei.

O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado.

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira



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