Terceiro nome

Flávia Moretti define Benedito Lucas como secretário de Governo

Com ampla experiência política, Benedito será responsável pela coordenação e integração das ações da gestão municipal e articulação junto aos Poderes constituídos

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Foto: Assessoria

A prefeita eleita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), e seu vice, Tião da Zaeli (PL), anunciaram, nesta terça-feira (5), a indicação de Benedito Lucas de Miranda (PL) para o cargo de secretário de Governo do município. Com ampla experiência política, Benedito será responsável pela coordenação e integração das ações da gestão municipal e articulação junto aos Poderes constituídos.

Com experiencia política, Benedito Lucas é assessor parlamentar do deputado federal José Medeiros (PL) e ex-vereador por Santo Antônio do Leverger. Ele também já atuou em vários órgãos públicos como o Governo de Mato Grosso, Senado Federal e a Câmara dos Deputados.

Além de sua experiência em cargos públicos, Benedito possui um bom relacionamento com os principais líderes políticos de Mato Grosso, especialmente com a bancada federal de Mato Grosso no Congresso Nacional, o que será fundamental para viabilizar projetos e recursos para Várzea Grande.

O futuro secretário de Governo é o terceiro nome indicado para o primeiro escalão da futura gestão municipal. Nesta segunda-feira (4), Flávia Moretti anunciou o empresário Celso Luiz Pereira para a Secretaria de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana do município. Outro nome confirmado foi do empresário Carlos Alberto de Araujo para a Secretaria de Assuntos Estratégicos.

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CMO analisa crédito de R$ 24,9 milhões para AGU e segurança da Amazônia

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A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 10/2026, que abre crédito especial de R$ 24,9 milhões no Orçamento em favor da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Ministério da Educação.

A maior parte dos recursos será destinada à AGU, que receberá cerca de R$ 14,9 milhões (60% do total) para viabilizar contribuição eventual à Corte Interamericana de Direitos Humanos. Os recursos serão usados em atividades de cooperação técnica, capacitação e difusão de jurisprudência em direitos humanos, além da manutenção da adimplência do Brasil junto à instituição.

O Ministério da Justiça receberá aproximadamente R$ 9,9 milhões (39,7%) para ações do Fundo Nacional de Segurança Pública. Entre as medidas previstas, está a execução do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Plano Amas ), que busca combater crimes na Amazônia Legal e é financiado com recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia. Os recursos também devem ser destinados à construção de bases operacionais em Altamira (PA) e Araguatins (TO), além de ajustes em obras em andamento em Presidente Dutra (MA), Rorainópolis (RR) e Uiramutã (RR).

Já o Ministério da Educação contará com cerca de R$ 74 mil (0,3%) para a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, destinados ao pagamento de contribuição à Associação Grupo de Tordesilhas de Universidades, no âmbito das contribuições regulares a organismos internacionais de direito privado.

De acordo com a proposta, os recursos para abertura do crédito virão de excesso de arrecadação de doações nacionais, no valor de R$ 9,9 milhões, e de anulação de dotações orçamentárias, no montante de R$ 15 milhões. O PLN ainda precisa ser analisado pela CMO e, posteriormente, pelo Plenário do Congresso Nacional.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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