Educação como pilar

Educação como pilar da inclusão social de crianças e adolescentes

Investir na educação é investir no futuro

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Política

Foto Reprodução mtemffoco

A inclusão social de crianças e adolescentes é um dos desafios mais urgentes e complexos da nossa sociedade. Nesse contexto, a educação surge como o principal agente de mudança, capaz de transformar realidades e proporcionar um desenvolvimento humano pleno e equitativo.

A educação desempenha um papel crucial na formação de cidadãos conscientes, críticos e preparados para enfrentar os desafios da vida em sociedade. Para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, o acesso a uma educação de qualidade é a chave para romper o ciclo de pobreza e exclusão social.

Investir na educação dessas crianças é garantir que elas tenham as ferramentas necessárias para se desenvolverem plenamente, tanto no aspecto pessoal quanto no profissional.

A escola deve ser um espaço acolhedor, onde todas as crianças e adolescentes se sintam valorizados e respeitados. Isso implica na adoção de práticas pedagógicas inclusivas, que considerem as necessidades específicas de cada aluno e ofereçam suporte adequado para seu desenvolvimento.

Além disso, é fundamental que as escolas promovam a participação ativa da comunidade, envolvendo famílias, organizações não governamentais e o poder público na criação de um ambiente propício ao aprendizado e à inclusão.

Apesar dos avanços, ainda há muitos desafios a serem superados para garantir a inclusão social através da educação. Entre eles estão a falta de infraestrutura adequada, a formação insuficiente de professores para lidar com a diversidade e a necessidade de políticas públicas que assegurem recursos e apoio contínuo para as escolas, além de salários adequados para que os educadores possam trabalhar mais motivados e se dedicarem mais a estas crianças.

No entanto, as oportunidades são inúmeras. Programas de inclusão digital, iniciativas de educação em tempo integral e projetos de educação socioemocional são exemplos de ações que podem fazer a diferença na vida de milhares de crianças e adolescentes.

Políticas públicas bem estruturadas e eficazes são essenciais para promover a inclusão social por meio da educação. Governos e gestores educacionais precisam atuar de forma integrada e coordenada, assegurando que recursos sejam distribuídos de maneira equitativa e que todos os alunos tenham acesso às mesmas oportunidades.

Programas como o Bolsa Família, que vincula a permanência escolar ao recebimento de benefícios, são exemplos de políticas que incentivam a educação e combatem a exclusão social. Além disso, investimentos em infraestrutura, formação continuada de professores e parcerias com o setor privado podem potencializar os resultados e ampliar o alcance das ações de inclusão.

A educação é, sem dúvida, o caminho mais eficaz para a inclusão social de crianças e adolescentes. É através dela que podemos construir uma sociedade mais justa, igualitária e próspera, onde todos tenham a oportunidade de desenvolver seu potencial e contribuir para o bem-estar coletivo.

Investir na educação é investir no futuro. Portanto, é imperativo que governos, sociedade civil e iniciativa privada unam esforços para garantir que cada criança e adolescente tenha acesso a uma educação de qualidade, inclusiva e transformadora. Somente assim poderemos alcançar um nível de desenvolvimento humano verdadeiramente desejável, onde a inclusão social seja uma realidade para todos e nossas crianças tenham mais proteção, mais oportunidades e fiquem menos vulneráveis a serem cooptadas pela criminalidade que assola nosso mundo.

*Charles Quadro é professor, atleta e pré-candidato a vereador de Várzea Grande pelo União Brasil

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Júlio manda sindicalista deixar Assembleia durante discussão sobre reajuste

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O deputado estadual Júlio Campos (União) se irritou durante a mobilização de servidores do Judiciário pela votação do reajuste salarial de 6,8%, na manhã desta quarta-feira (9), Assembleia Legislativa de Mato Grosso. O parlamentar interrompeu uma entrevista após ser questionado pelo presidente do Sinjusmat, Rosenwal Rodrigues dos Santos, e pediu que o sindicalista deixasse o local.

Júlio acionou a segurança da Assembleia e afirmou que Rosenwal deveria fazer sua manifestação fora do espaço onde concedia entrevista.

“Por favor, silêncio aí! Eu estou dando entrevista. Nos respeite! Você vai fazer discurso lá fora. Segurança! Tira esse moço daí, por favor. Está atrapalhando a entrevista”, disse o deputado.

A reação ocorreu em meio à pressão dos servidores para que a Assembleia cumpra a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, que anulou a votação anterior do veto ao reajuste e determinou uma nova apreciação, desta vez com voto aberto e nominal. A matéria estava prevista para ser analisada nesta quarta-feira, mas acabou ficando fora da pauta, levando o sindicato a recorrer novamente ao Judiciário.

Após a discussão, Júlio afirmou que sua posição era favorável à categoria e que os servidores deveriam respeitar o espaço do Legislativo.

“Eu estou defendendo a causa do Judiciário. Eu estou defendendo a causa de vocês. Vocês têm que respeitar que é o Poder Legislativo. Aqui não é Judiciário. Respeite!”, declarou.

O embate ocorreu justamente em um momento de forte mobilização do Sinjusmat. O sindicato havia convocado os servidores para acompanhar presencialmente a sessão e pressionar pela derrubada do veto que impede, até o momento, a aplicação do reajuste de 6,8%.

A votação original ocorreu em dezembro de 2025, quando os deputados mantiveram o veto do então governador Mauro Mendes por 12 votos a 10. A Justiça anulou aquela deliberação porque ela ocorreu de forma secreta e determinou que o veto fosse novamente analisado em plenário, com registro individual dos votos.

A decisão judicial, porém, não garante automaticamente o reajuste aos servidores. Os deputados ainda precisam decidir se mantêm o veto ou se o derrubam, permitindo o avanço do projeto aprovado anteriormente pela Assembleia.

Com a ausência da matéria na pauta desta quarta, o Sinjusmat voltou a acionar o TJMT e pediu que a Corte determine a inclusão imediata do veto na ordem do dia. A decisão que anulou a votação prevê multa de R$ 50 mil por dia em caso de descumprimento, podendo atingir pessoalmente o presidente da Assembleia, Max Russi (Podemos).



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