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Discussão da LDO concentra agenda da Assembleia Legislativa nesta semana

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A apresentação do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027 será o principal compromisso da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) na próxima semana. A proposta do Governo do Estado será debatida em audiência pública promovida pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), na terça-feira (7), às 14h, com participação de representantes da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz).

O projeto estabelece as diretrizes que servirão de base para a elaboração do orçamento estadual de 2027 e antecede a análise da matéria pelos deputados estaduais.

A agenda do Legislativo começa na segunda-feira (6). Às 14h, o procurador do Estado Hugo Fellipe Martins de Lima, que atua na Sefaz, prestará esclarecimentos sobre acordos e devoluções de ICMS. Em seguida, às 15h, será realizada audiência pública para apresentação e discussão dos balancetes financeiros da Secretaria de Estado de Saúde (SES).

Na terça-feira, antes da audiência sobre a LDO, duas comissões permanentes realizam reuniões ordinárias às 10h: a Comissão de Relações Internacionais, Desenvolvimento e Aperfeiçoamento Institucional e a Comissão de Direitos Humanos, Defesa dos Direitos da Mulher, Cidadania, Amparo à Criança, ao Adolescente, ao Idoso e à Pessoa com Deficiência.

Ainda na terça-feira, após a apresentação do PLDO, a Comissão de Constituição, Justiça e Redação se reúne ordinariamente às 14h30. A Comissão de Infraestrutura Urbana e de Transportes encerra a agenda do dia com reunião prevista para as 16h.

Os trabalhos legislativos prosseguem na quarta-feira (8), quando o Plenário das Deliberações Deputado Renê Barbour sediará duas sessões ordinárias híbridas, às 9h e às 13h, permitindo a participação presencial e remota dos parlamentares.

Segundo a Assembleia Legislativa, a programação divulgada poderá ser alterada ao longo da semana conforme a dinâmica dos trabalhos da Casa.



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Executivo envia Orçamento de 2027 ao Congresso com mínimo de R$ 1.741

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Salário mínimo de R$ 1.741, inflação de 3,6% e crescimento do produto interno bruto (PIB) de 2,46%. Esses são alguns pontos da proposta de Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2027 enviada pelo Executivo ao Congresso Nacional na tarde desta segunda-feira (31) — último dia do prazo para envio do Orçamento ao Legislativo.

O aumento previsto de R$ 120 no valor do salário mínimo (hoje R$ 1.621) representa uma alta de aproximadamente 7,4% no valor nominal. O índice representa um ganho de 2,3% acima da inflação projetada para este ano.

O documento ainda apresenta as expectativas de arrecadação e a fixação de quanto o governo vai gastar em cada área. Conforme o texto, o Executivo prevê taxa básica de juros (Selic) em 12,53% e câmbio médio de R$ 5,22 para o dólar. Já o superávit primário, que é a diferença entre o que o governo arrecada e o que gasta, deve ficar em R$ 18,6 bilhões, valor que representa pouco mais de 0,1% do PIB.

Tramitação

Pela Constituição, a Lei Orçamentária Anual, que trata do Orçamento, deve ser entregue pelo Poder Executivo até 31 de agosto de cada ano, com a previsão de ser aprovada até dezembro. 

A proposta do Executivo para a Lei Orçamentária Anual de 2027 será examinada inicialmente pela Comissão Mista de Orçamento (CMO). Depois, a matéria será apreciada pelo Congresso Nacional e seguirá para sanção do presidente Lula.

O Congresso ainda precisa votar o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO – PLN 2/2026). A matéria deveria ter sido votada até o dia 17 de julho. Como não houve a votação, a tendência é que o texto seja analisado agora neste segundo semestre.

Receitas e despesas

A LOA é o documento que estima receitas e fixa as despesas públicas para o ano seguinte. A lei busca garantir que o dinheiro arrecadado dos cidadãos seja aplicado de forma clara, planejada e responsável.

Em outras palavras, determina a verba que será aplicada em áreas cruciais como saúde, educação, segurança, transporte e infraestrutura. Embora a iniciativa seja do Executivo, os parlamentares podem inserir mudanças no texto.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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