eles se arrependem

Deputados que promoveram a proibição da lei da pesca no MT retratam-se e apresentam proposta de revogação da lei

Sebastião Rezende, Gilberto Cattani e Faissal Calil tiveram participação direta ou indireta na aprovação do texto

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Foto: Arquivo NE

Deputados estaduais que ajudaram a aprovar a proibição da pesca em Mato Grosso apresentaram nesta quarta-feira (16.10) um projeto que revoja a norma considerada prejudicial para os pescadores do Estado. O projeto 1669/2024, que revoga a Lei nº 12.434 de 01 de março de 2024, foi apresentado por Faissal Calil (Cidadania), Gilberto Cattani (PL) e Sebastião Rezende (União Brasil).

Dos três, nenhum votou contra o texto que agora pretendem revogar. Cattani votou favorável a proposta do Governo do Estado, Faissal se ausentou da votação e Sebastião Rezende se absteve. As abstenções e as ausências, se convertidas em votos contra o texto, seriam suficientes para derrubar a proposta.

A justificativa para a revogação da lei se baseia em distorções e impactos negativos que a legislação teria gerado no setor pesqueiro e atividades relacionadas em Mato Grosso. Os autores argumentam que a lei impõe restrições que afetam o transporte, armazenamento e comercialização de pescado, prejudicando pescadores artesanais e uma ampla cadeia de serviços e produtos, incluindo operadores turísticos, pousadas e comerciantes.

A proposta alega que milhões de trabalhadores e suas famílias enfrentam dificuldades econômicas devido às restrições da Lei nº 12.434. O projeto de lei questiona a falta de estudos técnicos para determinar o prazo de cinco anos de vigência da proibição da pesca e argumenta que pequenas empresas e o setor de turismo de pesca, em crescimento no estado, sofrem com a medida.

Os deputados autores do projeto de lei defendem que o impacto ambiental da pesca em Mato Grosso pode ser mitigado com soluções menos rígidas. Eles sugerem a criação de zonas de manejo sustentável, o incentivo ao turismo ecológico e a utilização de práticas de pesca controladas e sazonais como alternativas. A proposta também critica a falta de participação de todos os setores envolvidos na formulação da Lei nº 12.434, defendendo que uma nova política de pesca deve ser elaborada através de consultas públicas e mesas de diálogo com pescadores, empresários, cientistas, ambientalistas e comunidades afetadas.

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Congresso estará fechado para visitação neste fim de semana e feriado

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A visitação institucional ao Palácio do Congresso Nacional ficará suspensa, por motivo de segurança, deste sábado até a segunda-feira — 5 a 7 de setembro. Visitas agendadas na página do programa serão retomadas na quinta-feira (10). Já as sem marcação só poderão ser feitas a partir da sexta (11).

Durante o roteiro, que tem duração aproximada de 50 minutos, o visitante conhece os principais salões do Palácio e os Plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Os grupos saem a cada meia hora, das 9h às 17h, a partir do Salão Negro, e são guiados por monitores. O acesso se dá pela rampa principal do Congresso.

O programa de visitação é organizado conjuntamente pelas equipes de relações públicas da Câmara e do Senado. As visitas ocorrem normalmente em dias úteis (exceto terças e quartas-feiras), finais de semana e feriados.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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