CÂMARA FEDERAL
Deputado Nelson Barbudo destina R$ 20 milhões para a educação em Mato Grosso através do Instituto Federal
Esse investimento é fundamental para os mato-grossenses, pois não apenas melhora as condições de aprendizado, mas também prepara os jovens para o mercado de trabalho, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social da região.
Política
O deputado Nelson Barbudo (PL-MT) anunciou a destinação de R$ 20 milhões para a educação em Mato Grosso, com foco no Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT). O valor será utilizado para a reforma e reestruturação dos campi do instituto, melhorando a infraestrutura e os serviços oferecidos aos alunos.
Responsável pela abertura das rubricas das emendas parlamentares, Barbudo facilitou a inserção e locação dos recursos necessários para que o IFMT pudesse atender à demanda crescente por educação de qualidade na região. O investimento é parte do compromisso do deputado em fortalecer a educação profissional e técnica no estado.
“O IFMT está de parabéns, pois tem um ensino de qualidade. Sabendo da confiança nessa instituição, eu investi através da emenda de bancada R$ 20 milhões. E eu só tenho a agradecer ao corpo docente, à diretoria e aos alunos por essa parceria e dizer que podem contar comigo para que a educação de Mato Grosso continue crescendo e se torne referência nacional”, afirmou Nelson Barbudo.
O reitor do IFMT, Júlio César dos Santos, também comentou sobre o impacto positivo da ação do deputado: “O deputado tem mostrado grande preocupação e apoiado a educação profissional. Por isso, nós queremos agradecer a confiança no nosso instituto e em nossos alunos. Pode ter certeza de que cada centavo vai ser revertido em qualidade de ensino e na formação de profissionais que vão fazer a diferença para quem mais precisa”.
Esse investimento é fundamental para os mato-grossenses, pois não apenas melhora as condições de aprendizado, mas também prepara os jovens para o mercado de trabalho, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social da região. A iniciativa reafirma o compromisso do deputado Nelson Barbudo com a educação da população, mostrando que investimentos na formação de cidadãos são essenciais para um futuro mais promissor.
Assessoria Parlamentar
Política
Projeto garante remarcação e desistência de passagens sem multa
O Projeto de Lei 569/26 assegura ao consumidor, em viagens dentro do Brasil, o direito de remarcar ou desistir de passagens de transporte aéreo, rodoviário, ferroviário e aquaviário sem cobrança de taxas, multas ou penalidades.
Pela proposta em análise na Câmara dos Deputados, a remarcação poderá ser feita até 24 horas antes do embarque. O consumidor terá que pagar apenas a eventual diferença entre a tarifa comprada e a disponível no momento da troca.
Reembolso
Apresentado pelo deputado Alencar Santana (PT-SP), o texto também garante ao passageiro o direito de desistir da viagem até 72 horas antes do embarque, com restituição integral do valor pago. O reembolso deverá ser feito em até sete dias.
“O objetivo é assegurar maior equilíbrio nas relações de consumo no transporte de passageiros, garantindo direitos mínimos de remarcação e de desistência sem a imposição de taxas ou de penalidades abusivas”, disse o parlamentar.
Regras para empresas
O projeto proíbe as empresas de impor cláusulas que:
- restrinjam o direito de remarcação;
- cobrem taxa ou multa dentro do prazo legal;
- condicionem a troca da passagem à compra de serviços adicionais não pedidos pelo consumidor.
Válido para todas as tarifas
A proposta também determina que os direitos valerão para todas as modalidades de tarifa, inclusive promocionais, e para passagens compradas em programas de fidelidade ou com outros benefícios concedidos pelo transportador.
O texto prevê ainda que cláusulas contratuais, regulamentos ou práticas comerciais que limitem esses direitos serão nulos.
Em caso de descumprimento, o infrator ficará sujeito às sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor, como multa e até suspensão temporária de atividade.
Próximos passos
O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.
Da Reportagem/RM
Edição – Natalia Doederlein
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