Política
Compromisso com a inclusão: TJMT destaca o Dia Mundial da Conscientização Sobre Acessibilidade
Política
O Dia Mundial da Conscientização Sobre Acessibilidade (data rotativa, celebrada na terceira semana de maio), instituído em 2012, busca ampliar a conscientização sobre a importância da acessibilidade, especialmente no ambiente digital. Em 2026, a data é comemorada na terceira quinta-feira do mês de maio e reforça a necessidade de aprofundar o debate público sobre inclusão e eliminar barreiras.
Em sintonia com esse movimento, a Comissão de Acessibilidade e Inclusão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) divulga, em seus canais oficiais, as datas alusivas aos direitos das pessoas com deficiência.
A iniciativa fortalece a cultura da inclusão e dá visibilidade a temas essenciais para a construção de uma sociedade mais justa, acolhedora e igualitária. A ação está alinhada ao compromisso institucional do Judiciário mato-grossense de fomentar o diálogo permanente sobre acessibilidade, inclusão e respeito à diversidade humana, contribuindo para a superação de preconceitos ainda existentes.
Promover acessibilidade é assegurar o pleno exercício da cidadania e reafirmar o compromisso do Poder Judiciário com a dignidade da pessoa humana. Ao integrar ações permanentes de conscientização com investimentos estruturais, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso consolida uma atuação efetiva na construção de uma Justiça mais inclusiva, acessível e próxima da população.
“Trata-se de um avanço que vai além da eliminação de barreiras físicas, alcançando também a acessibilidade comunicacional e digital, com impactos concretos na vida dos cidadãos”, afirma a desembargadora Nilza Pôssas de Carvalho, vice-presidente do TJMT e coordenadora da Comissão.
No ambiente digital, o Portal do TJMT conta com recursos de acessibilidade como comando de voz, navegação facial e navegação por teclado, permitindo o uso do site sem a necessidade de mouse. As ferramentas são voltadas especialmente para pessoas com deficiência motora e ampliam a autonomia no acesso aos serviços.
Todas as funcionalidades podem ser ativadas no menu de acessibilidade localizado na lateral do portal. Com o comando de voz, por exemplo, o usuário acessa conteúdos por meio de instruções faladas. Já a navegação facial utiliza a câmera do dispositivo para identificar movimentos do rosto e controlar o cursor. A navegação por teclado, por sua vez, permite percorrer toda a página com comandos simples, além de possibilitar a ativação de leitura por voz e tradução em Libras por meio de atalhos.
As ferramentas integram a política de acessibilidade do Tribunal e atendem às diretrizes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), especialmente à Resolução nº 401/2021, que trata da inclusão de pessoas com deficiência no âmbito do Poder Judiciário, inclusive nos portais institucionais.
Portal
A desembargadora Nilza Pôssas de Carvalho destaca ainda que em abril deste ano, o Poder Judiciário de Mato Grosso lançou a página da Comissão de Acessibilidade e Inclusão no Portal do TJMT, durante o evento “TJMT Inclusivo: Autismo e Direitos das Pessoas com Deficiência”. Agora, os públicos interno e externo podem conhecer as ações da Comissão e entrar em contato com seus membros visitando o portal acessibilidade.tjmt.jus.br
Autor: Patrícia Neves
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT
Email: [email protected]
Política
Bens sem uso do Judiciário são doados para entidade social de Chapada dos Guimarães
O Fórum da Comarca de Chapada dos Guimarães (65 km de Cuiabá) formalizou a doação de bens móveis considerados inservíveis para a ARLS Trabalho e Progresso nº 17. A iniciativa tem como objetivo contribuir para a melhoria da estrutura utilizada nas atividades de atendimento à população local.
A doação foi oficializada por meio do Termo de Doação nº 9/2026, assinado no dia 19 de maio de 2026 pelo diretor do Foro da Comarca de Chapada dos Guimarães, juiz Leonísio Salles de Abreu Júnior, e pelo representante da entidade beneficiada, Ricardo Siqueira da Costa.
De acordo com o documento, os bens foram classificados como antieconômicos, ou seja, não possuem mais viabilidade de uso pelo Fórum da comarca. Mesmo sem utilidade para a unidade judicial, os materiais poderão ser reaproveitados pela instituição beneficiada em ações de interesse social.
O termo estabelece que os bens deverão ser utilizados exclusivamente para melhorar o ambiente onde são realizados os atendimentos à população. Também fica proibida a venda dos materiais recebidos pela entidade.
Conforme previsto no documento, caso os bens não sejam utilizados para a finalidade social proposta no prazo mínimo de 60 dias, a doação poderá ser revogada e os itens poderão ser destinados a outra instituição.
O termo completo está disponível no Diário da Justiça Eletrônico (DJe) do dia 20 de maio, na página 15.
Autor: Adellisses Magalhães
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
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