CÂMARA MUNICIPAL DE CUIABÁ

Câmara presente na 34ª Corrida Bom Jesus de Cuiabá

Evento arrecada alimentos não perecíveis que serão doados às pessoas em vulnerabilidade social

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Política

Assessoria Parlamentar
A 34ª edição da corrida Bom Jesus de Cuiabá, realizada pela Prefeitura de Cuiabá e Câmara Municipal, aconteceu neste domingo (09) e reuniu milhares de pessoas, a sua largada ocorreu na ponte Júlio Muller, no bairro do Porto.  O percurso foi de 10 km, tendo como o ponto de chegada o Complexo Esportivo Dom Aquino.
O presidente da Casa de Leis, Chico 2000 participou da corrida e afirmou a parceria em prol ao esporte e a saúde dos moradores de Cuiabá, com o município, onde a Câmara não poderia de estar ausente na Bom Jesus, uma corrida tradicional na Capital.
“A Câmara sempre presente, participando ajudando, estamos aqui desde as quatro da manhã e essa 34ª corrida, nós desejamos boa sorte sempre. E já convidamos a todos para o dia 23 de abril, para nossa corrida do Legislativo”, disse Chico 2000.
Conforme o secretário de Cultura, Esporte e Lazer, Aluízio Leite, foram arrecadados uma tonelada de alimentos não perecíveis  durante as inscrições da corrida. Os alimentos serão destinados para  a Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência (SADHPD) e depois disponibilizados às pessoas em vulnerabilidade social.
“A gestão humanizada vê o esporte como fator essencial para a integração social e de todos os aspectos. E em defesa do esporte em suas mais diversas modalidades estamos aqui participando dessa 34ª corrida pedestre, que foi motivada a ser realizada pelo prefeito Emanuel Pinheiro. Um mar de gente tomou conta da ponte Júlio Muller em prol de uma causa justa que foi a de arrecadar alimentos e também pela valorização do esporte”, disse.
Os ganhadores das provas das modalidades femininas e masculinas foram o casal de namorados Susane de Araújo Martins, de Ibiporã, no Paraná, e Wendell Gerônimo de Souza, de Pontes e Lacerda, interior de Mato Grosso.
A campeã da modalidade Feminina conta que quando ficou sabendo da corrida tratou logo de realizar a sua inscrição juntamente com seu namorado, Wendell Gerônimo e amigos.
“Vim para Cuiabá para participar desta e também de outra aqui em Mato Grosso. É gratificante para nós corredores quando obtemos a vitória. Meu tempo foi de aproximadamente 36 minutos e 9 segundos nos 10 km percorridos”, conta Susane.
 O vencedor da categoria masculina, Wendell, já foi o vencedor da prova no aniversário de 300 anos da Capital. Ele conta que disputar a corrida Bom Jesus é gratificante e se tornou obrigatória em seu calendário de corridas.
“Essa prova é tradicional por causa do aniversário de Cuiabá e eu sempre participo. Neste ano, a minha namorada quis participar e veio de longe para poder correr na Bom Jesus. Agora estarei me preparando para o  campeonato brasileiro, troféu Brasil. Cuiabá no esporte está se destacando e é muito importante que todos incentivem a continuidade dessa histórica corrida de rua”, concluiu.
Vencedores
 
Modalidade Feminina:
 
1º – Susane de Araujo Martins
2º Regiane Braga de Souza
3º – Francielly da Silva Marcondes
4º – Jessica Gouveia
5º – Geane Brizzola dos Santos
 
Masculino:
1º – Wendell Jerônimo de Souza
2º-  Pablo Fagundes da Costa
3º – Jonailton França da Cruz
4º  – Vitor Ferreira dos Santos
5º – André Ramos  de Souza
C/SECOM/CUIABA
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Quem fiscaliza as eleições no Brasil

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A fiscalização do processo eleitoral envolve diferentes órgãos e entidades, responsáveis por acompanhar etapas que vão da preparação dos sistemas e das urnas eletrônicas à votação, à apuração e à totalização dos resultados. A Justiça Eleitoral coordena e administra as eleições, mas partidos, Ministério Público, instituições públicas e entidades credenciadas também participam do acompanhamento e da auditoria do processo. 

A Justiça Eleitoral é responsável por organizar e administrar as eleições. É formada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pelos tribunais regionais eleitorais (TREs), pelos juízes eleitorais e pelas juntas eleitorais. O TSE estabelece normas para as eleições, enquanto TREs, juízes e juntas exercem competências específicas nos estados e municípios.

A Justiça Eleitoral é responsável por organizar e administrar as eleições. É formada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pelos tribunais regionais eleitorais (TREs), pelos juízes eleitorais e pelas juntas eleitorais. O TSE é o órgão máximo da Justiça Eleitoral e estabelece as normas das eleições, enquanto TREs, juízes e juntas exercem competências específicas nos estados e municípios.

O Ministério Público Eleitoral (MPE) também participa da fiscalização. Cabe à instituição atuar para assegurar o cumprimento da legislação eleitoral nas situações previstas em lei, desde o alistamento de eleitores até as etapas posteriores à votação. O MPE pode atuar, por exemplo, em questões relacionadas ao registro de candidaturas, ao abuso de poder econômico ou político e a crimes eleitorais, como a compra de votos.

Fiscalização vai além da Justiça Eleitoral

Partidos políticos, federações e coligações podem acompanhar a votação e a apuração dos resultados. Entidades privadas brasileiras sem fins lucrativos também podem participar da fiscalização e da auditoria dos sistemas eleitorais, desde que tenham atuação reconhecida na fiscalização e na transparência da gestão pública e sejam credenciadas pelo TSE, conforme as regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral. Também podem participar departamentos de tecnologia da informação de universidades credenciadas pelo Tribunal.

As entidades autorizadas podem desenvolver programas próprios para verificar a integridade e a autenticidade dos sistemas eleitorais. Para isso, devem cumprir os requisitos técnicos e os procedimentos definidos pelo TSE. A Resolução do TSE 23.673/2021, atualizada por normas posteriores, apresenta a lista de entidades autorizadas a participar da fiscalização. Entre as entidades e instituições autorizadas estão:

  • Ordem dos Advogados do Brasil (OAB);
  • Ministério Público;
  • Defensoria Pública;
  • Congresso Nacional;
  • Controladoria-Geral da União (CGU);
  • Polícia Federal;
  • Sociedade Brasileira de Computação (SBC);
  • Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea);
  • Conselho Nacional de Justiça (CNJ);
  • Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP);
  • Tribunal de Contas da União (TCU);
  • Confederação Nacional da Indústria (CNI);
  • demais integrantes do Sistema Indústria e entidades corporativas do Sistema S.

As entidades fiscalizadoras podem acompanhar as etapas previstas na regulamentação e pedir esclarecimentos à Justiça Eleitoral. A participação ocorre de acordo com as atribuições de cada instituição e com as regras estabelecidas pelo TSE.

A fiscalização inclui testes e verificações dos sistemas e das urnas eletrônicas, além do acompanhamento de procedimentos que vão do desenvolvimento e da preparação dos sistemas à votação, à apuração e à totalização, conforme as regras do TSE.

Eleitor também pode denunciar irregularidades

O eleitor também pode denunciar irregularidades durante as eleições por meio de canais oficiais. Um deles é o aplicativo Pardal, ferramenta do TSE destinada ao recebimento de denúncias sobre compra de votos, uso indevido da máquina pública, crimes eleitorais e propaganda irregular.

Para as eleições de 2026, o aplicativo está disponível gratuitamente nas lojas oficiais de aplicativos para dispositivos móveis. Para registrar uma denúncia, é necessário se identificar pelo e-Título ou pela conta Gov.br e apresentar informações que ajudem a apurar a possível irregularidade. Fotos, vídeos e áudios também podem ser enviados. Veja aqui as orientações do TSE sobre o Pardal.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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