Projeto de Lei

CÂMARA DE VG DEVERÁ APROVAR DECLARAÇÃO DE UTILIDADE PÚBLICA À ASSERVAG

Após a aprovação, o Projeto de Lei 191/2024  será encaminhado ao Poder Executivo para sanção ou veto.

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Foto: Assessoria

Durante a sessão ordinária desta terça-feira (17)  na Câmara de Vereadores de Várzea Grande  foi lido e apresentado o projeto de Lei nº 191/2024  que vai declarar de utilidade pública a Asservag, o projeto  obteve  parecer favorável das comissões.

Na  próxima quinta-feira (19),  os  vereadores  deverão  durante  a sessão extraordinária  votar o projeto  que vai declarar de utilidade pública municipal à Associação dos Servidores  Públicos Municipais de Várzea Grande.A proposta será apresentada pelo Presidente da Câmara o vereador Pedro Tolares  (DEM).

A proposta em sua justificativa, visa declarar de utilidade pública á Associação dos Servidores Públicos Municipais de Várzea Grande, para que a entidade  realize por meio do trabalho, benefícios aos associados e seus familiares, através de parcerias com o Poder Executivo, Legislativo, e outras entidades proporcionando o bem estar social.

A Asservag  foi fundada em 11 de fevereiro de 2022, era um antigo sonho  e está em pleno execício de suas funções que é o bem estar dos servidores do municipio de Várzea Grande e de seus familiares ( com benefícios, apoio à suas aspirações  e diversas   outras ações ). Hoje a Asservag conta com mais de 500 associados.

O presidente da Asservag , o ex-vereador Carlino Neto disse a nossa equipe de reportagem do site o matogrosso.com  que quando convidou o Presidente da Câmara de Vereadores Pedro Tolares (DEM ) para atestar a idoneidade dos membros da Diretoria Executiva foi prontamente atendido com a autoria do projeto de Lei, em um gesto de respeito e consideração à todos os servidores públicos de Várzea Grande, sem excecão.

“A luta diária da associação consiste em levar para os associados uma vida digna e o bem estar a todos” disse Carlino Neto.

Após a aprovação, o Projeto de Lei 191\2024  será encaminhado ao Poder Executivo para sanção ou veto.

 

 

 

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Projeto garante remarcação e desistência de passagens sem multa

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O Projeto de Lei 569/26 assegura ao consumidor, em viagens dentro do Brasil, o direito de remarcar ou desistir de passagens de transporte aéreo, rodoviário, ferroviário e aquaviário sem cobrança de taxas, multas ou penalidades.

Pela proposta em análise na Câmara dos Deputados, a remarcação poderá ser feita até 24 horas antes do embarque. O consumidor terá que pagar apenas a eventual diferença entre a tarifa comprada e a disponível no momento da troca.

Reembolso
Apresentado pelo deputado Alencar Santana (PT-SP), o texto também garante ao passageiro o direito de desistir da viagem até 72 horas antes do embarque, com restituição integral do valor pago. O reembolso deverá ser feito em até sete dias.

“O objetivo é assegurar maior equilíbrio nas relações de consumo no transporte de passageiros, garantindo direitos mínimos de remarcação e de desistência sem a imposição de taxas ou de penalidades abusivas”, disse o parlamentar.

Regras para empresas
O projeto proíbe as empresas de impor cláusulas que:

  • restrinjam o direito de remarcação;
  • cobrem taxa ou multa dentro do prazo legal;
  • condicionem a troca da passagem à compra de serviços adicionais não pedidos pelo consumidor.

Válido para todas as tarifas
A proposta também determina que os direitos valerão para todas as modalidades de tarifa, inclusive promocionais, e para passagens compradas em programas de fidelidade ou com outros benefícios concedidos pelo transportador.

O texto prevê ainda que cláusulas contratuais, regulamentos ou práticas comerciais que limitem esses direitos serão nulos.

Em caso de descumprimento, o infrator ficará sujeito às sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor, como multa e até suspensão temporária de atividade.

Próximos passos
O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Da Reportagem/RM
Edição – Natalia Doederlein



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