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BOTELHO DIZ QUE ASSEMBLEIA NÃO TEM PAPEL EM INVESTIGAR ENVOLVIMENTO DE FACÇÕES NA POLÍTICA

O vereador Demilson, cobrou um posicionamento da Assembleia Legislativa sobre as acusações de que alguns vereadores estariam envolvidos com facções criminosas

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Foto: Vanderson Ferraz (ALMT)

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Eduardo Botelho, afirmou na manhã desta quarta-feira (13) que não é responsabilidade da Assembleia investigar possíveis envolvimentos de facções criminosas em bairros de Cuiabá. A declaração foi dada em resposta a um questionamento do vereador Demilson Nogueira (PP), que trouxe à tona uma denúncia do deputado Wilson Santos (PSD) sobre uma suposta ordem, em 2022, que teria impedido candidatos de fazerem campanha em certos bairros de Cuiabá.

O vereador Demilson, cobrou um posicionamento da Assembleia Legislativa sobre as acusações de que alguns vereadores estariam envolvidos com facções criminosas. Em sua resposta, Botelho enfatizou que a responsabilidade pela investigação desses supostos vínculos é da polícia, e não do Legislativo estadual. O presidente da Assembleia também destacou que o governador garantiu apoio ao prefeito eleito, Abílio Brunini (PL), para que ele forneça provas e identifique os envolvidos nessas alegações.

Sobre sua própria experiência nas eleições deste ano, Botelho declarou que, durante suas visitas aos bairros, nunca notou sinais de envolvimento de facções criminosas e destacou que é impossível identificar membros de facções apenas pela aparência ou comportamento dos moradores. O presidente da Assembleia reforçou que, caso haja indícios de envolvimento de facções na Câmara Municipal de Cuiabá, cabe ao prefeito Abílio apresentar as evidências pertinentes.

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Prefeitura esclarece que não houve corte de recursos para famílias atípicas em Várzea Grande

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A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, esclarece que não houve corte de recursos destinados às pessoas autistas e suas famílias. O assunto foi discutido durante reunião realizada na última quarta-feira (21.10), com a participação da prefeita, de secretários municipais de diferentes pastas e de mães de pessoas autistas, para esclarecer dúvidas sobre o orçamento e os serviços oferecidos pelo município.

Durante o encontro, a secretária municipal de Assistência Social, Taynara Morais, explicou que o reordenamento orçamentário ocorreu após a Câmara Municipal não aprovar a proposta de reestruturação administrativa, que previa a criação de um setor específico para desenvolver políticas públicas voltadas aos direitos humanos e às pessoas com deficiência.

“O que tínhamos era uma previsão no orçamento para uma estrutura que não foi criada, porque o projeto não foi aprovado pela Câmara Municipal”, explicou a secretária.

A gestora destacou que o orçamento é um instrumento de planejamento e não significa, necessariamente, que os recursos estejam disponíveis em caixa. Com a não aprovação da proposta, foi necessário reorganizar a previsão orçamentária, incluindo ajustes no planejamento das ações voltadas à população idosa.

A secretária também esclareceu que os recursos do Fundo Municipal da Pessoa Idosa possuem destinação específica e não se confundem com o orçamento geral da Secretaria Municipal de Assistência Social.

Ela reforçou que as famílias atípicas continuarão sendo atendidas pelos serviços já oferecidos pela Prefeitura e que o reordenamento orçamentário não representa a suspensão dos atendimentos nem o corte da assistência prestada à população.

A Prefeitura de Várzea Grande reforça a importância do diálogo com as famílias e do esclarecimento de informações sobre o orçamento municipal, garantindo transparência nas decisões administrativas e a continuidade dos atendimentos realizados pela rede de assistência social.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



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